Bruschettas + vinho

A parceria bruschetta e vinho é certeza de sucesso! Este típico antepasto italiano feito com pão levemente tostado, azeite, alho e cobertura variada é versátil e perfeito para receber os amigos. Encontrei novamente no site vamos receber três receitas de bruschettas deliciosas: de tomate com manjericão, de shitake com queijo brie e de abobrinha com queijo de cabra e mel. Aproveite para preparar estas receitas super fáceis no final de semana, harmonizadas com uma das sugestões indicadas por aqui! 😉

Bruschetta de Tomate com manjericão

bruschetta tomate

Modo de Preparo (1 tomate para cada fatia de pão):

1. Corte o pão italiano em fatias. Mais ou menos na grossura de um dedo.

2. Corte os tomates em 4 partes.

3. Com o dedo, retire a semente.

4. Corte os tomates em cubos.

5. Pique os tomates

6. Em uma panela, aqueça o azeite levemente. Refogue o alho e depois os tomates, por aproximadamente 2 minutos. Não pode deixar o tomate virar molho. Esse passo evita que o tomate caia do pão no momento de servir.

7. Coloque um pouco de azeite no pão.

8. Adicione o tomate, o manjericão e um pouco de sal. Leve ao forno pré-aquecido a 10 minutos a 180 graus e deixe por 5 minutos (tempo do pão dourar).

 

Bruschetta de Shitake com Queijo Brie

bruschetta shitake

 Modo de Preparo (a quantidade sugerida serve 4 pessoas): 

1. Corte o pão italiano em fatias. Mais ou menos na grossura de um dedo.

2. Retire o talo do Shitake.

3. Em uma frigideira, aqueça levemente o azeite.

4. Adicione o Shitake e doure-o dos dois lados.

5. Coloque um pouco de azeite no pão.

6. Adicione o shitake e, depois, o queijo brie. Leve ao forno pré-aquecido a 10 minutos a 180 graus e deixe por 5 minutos (tempo de derreter o queijo e o pão dourar).

 

Bruschetta de Abobrinha com queijo de cabra

bruschetta abobrinha

Modo de Preparo  (a quantidade sugerida serve 4 pessoas): : 

1. Corte o pão italiano em fatias. Mais ou menos na grossura de um dedo.

2. Corte a abobrinha em fatias.

3. Em uma frigideira, aqueça levemente o azeite.

4. Adicione a abobrinha e doure-a dos dois lados.

5. Coloque um pouco de azeite no pão.

6. Adicione a abobrinha.

7. Amasse levemente o queijo de cabra e coloque-o no pão.

8. Adicione o mel. Leve ao forno pré-aquecido a 10 minutos a 180 graus e deixe por 5 minutos (tempo de derreter o queijo e o pão dourar).

 

Gostou? Escolha então um destes vinhos fáceis para acompanhar:

  • MontadoMontado Branco, Portugal (Sup. Extra, R$ 30,35): Elaborado pelo produtor José Maria da Fonseca com as curiosas uvas Alva, Tamarez, Rabo de ovelha na região do Alentejo, é bem leve e com boa acidez, um coringa para acompanhar comidinhas variadas.

 

  • De Martino ChardonnayDe Martino Chardonnay Estate Reserva (Imp. Decanter, R$ 45,10): Para os apreciadores de Chardonnay, este da De Martino é bem equilibrado, com aromas agradáveis de maçã e leve toque amanteigado. Ideal com aperitivos a base de queijos.

 

  • Las Moras Shiraz RoséLas Moras Shiraz Rosé (Imp. Decanter, R$ 33,10): Rosé elaborado na argentina com a uva Shiraz, tem aromas delicados de morangos frescos, floral e de especiarias. De bom corpo, vibrante e equilibrado. Sempre uma boa opção para abrir em dias mais quentes e com aperitivos leves.

 

  • Santa CristinaSanta Cristina Toscana IGT, Itália (Sup. Extra, R$ 48,20): Tinto elaborado na Toscana com 60% Sangiovese e 40% entre Cabernet Sauvignon, Merlot e Syrah, passa por um breve amadurecimento em barricas de carvalho para conferir um pouco mais de estrutura. Um dos italianos mais vendidos por aqui.

 

  • Arrogant FrogArrogant Frog Tutti Frutti Rouge, França (Imp. Decanter, R$ 51,90): Tinto francês de grande aceitação no mercado brasileiro, vai na contramão do que se imagina de vinho francês: fácil, frutado e acessível, é elaborado com as uvas Cabernet Franc, Cabernet Sauvignon, Grenache, Merlot, Mourvèdre e Syrah. Ufa! A miscelânea funciona bem e também é sucesso para acompanhar finger foods.

 

 

 

 

 

Vinhos que cabem no bolso

menu_178_outubro-235x300Boas matérias merecem ser compartilhadas, principalmente quando o tema refere-se a dicas de boas compras. Melhor ainda se estes achados forem vinhos até R$ 60,00, indicados por quem entende do assunto.  Folheando a revista Menu de Outubro li, reli e concordei com as observações da matéria “Vinhos que cabem no bolso”, escrito pela Suzana Barelli e Manuel Luz.

Como o artigo tem tudo a ver com o tema deste blog, recomendo sem medo a leitura. Destaco aqui alguns trechos e 5 rótulos (de uma seleção de 19) com preço máximo de R$ 65, todos provados às cegas pela equipe de sommeliers convidados da revista:

“A valorização do dólar frente ao real e o reajuste da ST, imposto que muda a incidência do ICMS no vinho, caíram como uma bomba em nosso mercado em setembro. O reajuste médio de 10% só não foi maior porque as vendas não andam nada boas.

Para responder a esta indagação, a Menu colocou um teto de R$ 65 e foi atrás de rótulos que, teoricamente, têm qualidade nessa faixa de preço. Vasculhamos nossos cadernos de degustação e perguntamos para as importadoras quais tintos, em seu portfólio, poderiam ser considerados bons custos-benefícios dentro desse valor estabelecido. A maioria das respostas indicava vinhos chilenos, argentinos ou portugueses, não por acaso os mais procurados pelos consumidores quando o assunto é preço, mas também uma bebida bem-feita, com qualidade”:

 

De Martino

Syrah Reserva 347 Vineyards 2011 – Maipo, Chile (Decanter, R$ 55,60): Uvas da região do Maipo dão origem a este tinto de cor rubi violácea da De Martino. No nariz, aromas de frutas vermelhas maduras na medida certa, um toque de goiaba, que revela sua origem, e especiarias. De corpo leve para mediano, tem taninos redondos, bem moldados, com leve toque de álcool a mais. Tem 13,5% de álcool.

 

Ilógico

Ilógico 2009 – Alentejo, Portugal (Viníssimo, R$ 40,37): O enólogo Antônio Saramago elabora este tinto com aragonês e syrah, com rápida passagem em barricas de carvalho (três meses). Tem cor rubi clara, de boa transparência. Seus aromas, mais maduros, trazem notas de envelhecimento, com pouca fruta, e chocolate amargo. Agradável no paladar, com taninos bem mesclados com seu corpo de média intensidade, e um toque mineral. Tem 13,5% de álcool.

 

gsm

GSM J.V.Fleury 2011 – Rhône, França (Ravin, R$ 65,00): Tinto da Vidal Fleury, considerada a vinícola mais antiga em atividade em Côte-Rôtie, desde 1781, é elaborado com 50% de garnacha, 30% de syrah e 20% de mourvèdre. Tem cor rubi de média intensidade, com aromas de frutas vermelhas, baunilha e algo herbáceo. No paladar, é marcado por seus taninos intensos, que encobrem sua acidez. Tem 13,5% de álcool.

 

Borsao

Borsao Selección 2012 – Campo de Borja, Espanha (World Wine, R$ 52,90): Antiga cooperativa transformada em vinícola em 2001, a Borsao elabora este tinto que já foi definido como bom exemplo de custo-benefício pelo crítico Robert Parker. Sua base é garnacha mesclada com tempranillo e cabernet sauvignon. Tem cor rubi violácea, com aromas de frutas escuras, como ameixas e amoras, e algo herbáceo. Tem corpo médio para encorpado, com taninos marcados e baixa acidez. Tem 14,5% de álcool.

 

haras

Haras de Pirque Carmenére Reserva 2011 – Maipo, Chile (Winebrands, R$ 51,00): De cor rubi violácea, tem um improvável aroma de vinho branco, com notas de goiaba branca, erva doce e especiarias. No paladar, corpo de média intensidade, com tanino secante, boa persistência e leve amargor final. Tem 14% de álcool.

 

Balance

Balance Pinotage Winemakers Selection 2011 – Western Cape, África do Sul (Qual Vinho, R$ 55,00): De cor rubi de média intensidade, o representante da África do Sul é elaborado apenas com a pinotage. Tem aromas frutados, com notas de cereja, e algo de ervas de provence. Leve e redondo no paladar, com taninos macios, baixa acidez e uma sensação de demi-sec na boca. Tem 14% de álcool.

As boas opções para o inverno

WinterWine-656x624

A estação mais fria do ano está aí! Momento mais do que perfeito para curtir o conforto de casa, em companhia de pessoas queridas e uma seleção de tintos deliciosos para regar estes encontros. Considerada por muitos como a estação dos vinhos, é no inverno que nos dedicamos mais para selecionar cuidadosamente aqueles mais encorpados.

Segue uma seleção de vinhos deliciosos para você escolher e servir nas noites frias do ano:

adobe-res

  • Adobe Reserva Syrah, Emiliana – Chile  (Imigrantes Bebidas, R$ 33,99): Este Elaborado no Chile pela Emiliana, considerada a maior vinícola orgânica do mundo, este Syrah é equilibrado, com taninos macios e aromas agradáveis de frutas vermelhas e notas de especiarias.

cabriz-res

  • Cabriz, Quinta de Cabriz – Portugal (Sonda, R$ 44,14): Vinho português já bem conhecido no mercado, é elaborado pela tradicional Quinta de Cabriz na região do Dão. Feito com a uva Touriga Nacional, tem aromas de frutas vermelhas frescas e paladar de médio corpo, com taninos estruturados porém macios.

callia-res

  • Callia Alta Malbec, Bodegas Callia – Argentina (Rei dos Whiskys, R$ 27,00): Um dos Malbecs de melhor custo benefício disponíveis no mercado. Elaborado pela Bodegas Callia em San Juan, na Argentina, apresenta aromas de frutas vermelhas e notas de especiarias doces. Paladar fresco e equilibrado.

la-beliere

  • La Belière Rouge 2011, Baron Philippe de Rothschild – França (Wine.com, R$ 45,00): Produzido pela família Rothschild, um dos maiores nomes da vinicultura no mundo. A uva Merlot, que predomina em sua composição, dá o tom aveludado, frutado e delicioso deste cativante Bordeaux, par perfeito com mignon grelhado.

rispollo

  • Talenti Rosso Toscano Rispollo, Talenti – Itália (Imp. Grand Cru, R$ 39,00):  Ótimo vinho italiano, feito na Toscana pelo produtor Talenti. Elaborado com as uvas Merlot, Cabernet Sauvignon e Petit Verdot, tem aromas frutados e toques de especiarias, como alcaçuz. Na boca tem acidez equilibrada e taninos macios, porém intensos e persistentes.

Sabores portugueses

sabores-portugueses-resPoucos sabem mas 2013 é o Ano Brasil Portugal, um evento que dá sequência a uma série de celebrações do Brasil com países diretamente ligados à sua história, seja como colonizador, no caso do irmão lusitano, ou como imigrantes que aqui se instalaram e criaram raízes definitivas.

E, quando o assunto é Portugal, é inevitável abordar sua deliciosa e rica gama de vinhos. Portugal é um dos mais tradicionais produtores de vinhos, e embora tenha sofrido as mesmas influências que França e Itália, demorou a apresentar qualidade comparável a seus vizinhos. Lembrado pelos seus incríveis vinhos do Porto, o país também é reconhecido pela incomparável variedade de uvas autóctones.

De nomes muitas vezes curiosos, como Tinta Cão, Bastardo e Amor-Não-Me-Deixes, grande parte dessas uvas são usadas em pequenas parcelas, para conferir aos vinhos sabores e sensações diferenciadas. E é justamente aí que Portugal tem sua particularidade. Ao implementar tecnologia de ponta para produção de vinhos, o país conseguiu explorar o melhor potencial de suas uvas autóctones, criando vinhos de caráter único.

Em um período que o estilo de vinho está cada vez mais uniforme, é sempre bom ter à taça a autenticidade e diversidade do vinho português. Em homenagem a esta bela parceria, confira as 10 grandes castas portuguesas e em quais vinhos encontrá-las:

Brancas:

  • Fernão Pires (Maria Gomes): A uva branca mais plantada em Portugal, também conhecida por Maria Gomes. Destaque na Bairrada e no Tejo, onde dá origem a vinhos muito aromáticos, principalmente de frutas cítricas e notas florais.
  • Encruzado: Uva branca encontrada no Dão, tem ótimo equilíbrio entre acidez e doçura e boa capacidade de envelhecimento.
  • Alvarinho: Referência de vinho branco português, é a uva predominante dos Vinhos Verdes. Destaque para aromas de frutas brancas, como pêssego e maçã, frutas tropicais, como maracujá, e notas de jasmim e flor de laranjeira
  • Arinto (Pedernã): Destaque na região de Bucelas, diferencia-se pela acidez marcante e pela possibilidade de se adaptar a diferentes terroirs. Aromas de limão, maçã verde e nuances minerais.

TINTAS:

  • Baga: Símbolo da Bairrada, origina vinhos de cor profunda e bastante longevos. Aromas de frutas silvestres, ameixa preta, notas tostadas e defumadas.
  • Castelão: Uva base do mais antigo vinho português, o Periquita. Origina vinhos versáteis, encorpados e longevos. Aromas de frutas vermelhas e notas florais.
  • Touriga Franca: Uva que dá origem a vinhos estruturados, elegantes e concentrados. Estrela entre vinhos do Douro e do Porto, permite o envelhecimento. Aromas de frutas silvestres e notas florais.
  • Touriga Nacional: Casta tinta e rainha dos vinhos portugueses, muito presente em vinhos varietais. Aromas florais, ameixas, amora, mirtilos e notas cítricas.
  • Trincadeira (Tinta Amarela): Muito usada nos tintos do Alentejo, ajuda a conferir estrutura e longevidade aos vinhos, sem perder a elegância. Aromas iniciais herbáceos que evoluem para compotas e especiarias.
  • Tinta Roriz (Aragonês): Plantada há séculos no Alentejo, indispensável nos vinhos do Porto e estrelas em famosos blends, como o Barca Velha. Assume ainda a designação Tinta Roriz. Aromas de flores e especiarias.

Agora que você já sabe sobre as uvas típicas da terrinha, confira uma seleção de vinhos para  entender de perto cada uma delas:

Varanda do Conde, Minho (Imigrantes Bebidas, R$ 36,99):

Vinho verde bem conhecido no mercado, tem aromas sutis de frutas tropicais, bastante delicado. Fresco e equilibrado, resultado da excelente combinação das castas Alvarinho e Trajadura.

Rapariga da Quinta, Alentejo (wine.com, R$ 35,00)

Tinto produzido no Alentejo pelo excelente produtor Luis Duarte com as uvas Aragones, Trincadeira e Touriga Nacional. Destaque para os aromas de frutas vermelhas maduras, leves notas de especiarias e um toque de baunilha. Vinho moderno, com corpo médio, taninos elegantes e macios.

Caza da Lua, Douro (Pão de Açúcar, R$ 29,23)

Vinho elaborado pela Quinta Sá de Baixo com as variedades Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinta Barroca, é macio e bem estruturado no paladar. Pode ser servido com pratos de carne em geral, massas e risotos com molhos mais intensos.

As boas compras da Wine Enthusiast

A Wine Enthusiast, tradicional publicação americana de vinhos, divulgou nas últimas semanas sua tão esperada Top 100 Best Buys of 2012. A lista considera os melhores vinhos disponíveis no mercado americano de até US$ 15,00, valor bem interessante se convertermos para a nossa realidade.

Segundo os editores, este ranking é um dos mais diversificados e excitantes entre os já publicados, reforçando a incrível variedade de vinhos acessíveis e de alta qualidade disponíveis no mercado. Confira a relação completa aqui ou se preferir, vá direto nas boas opções disponíveis no Brasil:

BRANCOS:

  • Rapariga da Quinta Branco, Portugal (Wine Commerce, R$ 34,00)
  • Tons de Duorum Branco, Portugal (Menu Especial, R$ 35,90)
  • Rosemount Diamond Label Chardonnay, Austrália (Imp. Vinci, R$ 49,96)
  • Falcoaria Branco, Portugal (Imp. Grand Cru, R$ 59,00)
  • Peñalolen Sauvignon Blanc, Chile (Rei dos Whiskys, R$ 65,09)
  • Nimbus Single Vineyard Sauvignon Blanc, Chile (Vinhocracia, R$ 67,90)

TINTOS:

ESPUMANTE E ROSÉ:

Vinho, pizza e oi oi oi!

Um dos pratos mais simples e saborosos da gastronomia ficam ainda melhores se acompanhados com uma boa taça de vinho.  Melhor ainda se for na sexta-feira, assistindo o último capítulo da novela Avenida Brasil!  Foco total no suspense: deixe tudo devidamente preparado para devorar sua pizza favorita em largas mordidas e longos goles de tinto, enquanto finalmente descobre quem matou o Max!  Vamos às opções?

Marguerita: Sem dúvidas, umas das mais pedidas nas pizzarias de SP. De média estrutura, com sabores intensos do queijo e a boa acidez do molho de tomate, vai bem com vinhos brancos com boa acidez ou tintos mais leves, com pouca passagem por madeira. Entre os brancos, escolha os elaborados com as uvas Sauvignon Blanc ou Pinot Grigio e, caso prefira os tintos, opte pelos  italianos Bardolino e Chianti simples ou merlots do novo mundo.

Vinhos para acompanhar:

Calabresa: Pizza levemente picante e com bastante sabor, pede tintos mais encorpados. Aqui cabem os elaborados com as uvas Carmenére e Syrah, os portugueses do Alentejo ou os italianos de Montepulcianos d’Abruzzo, por exemplo.

Vinhos para acompanhar:

 

Na medida da sua vontade

As garrafas de vinho de tamanho reduzido estão ganhando mais espaço nas prateleiras dos supermercados e nas cartas de restaurantes. Muitas importadoras já estão de olho nesta tendência e começaram a trazer mais e melhores rótulos em garrafas de 187 ml e 375 ml – o suficiente para uma ou duas taças, respectivamente. Além de reduzir desperdício, as garrafas menores são uma ótima maneira de harmonizar mais tipos de vinhos com diferentes pratos ao longo da mesma refeição.

Vale lembrar apenas que o armazenamento de vinhos neste formato requer um cuidado especial. Por causa das medidas reduzidas da garrafa, o vinho tende a envelhecer mais rapidamente. Desse modo, as garrafas menores são mais adequadas para o consumo do dia a dia. Confira abaixo uma seleção de opções de bom custo-benefício e na medida certa para cada ocasião.

GARRAFAS BABY (187 ml)

  • Espumante Baby Chandon Brut Rosé, Brasil (Imigrantes Bebidas, R$ 21,49). Um clássico da Chandon em dose única, para não errar nas pequenas comemorações do dia a dia!
  • La Vieille Ferme Blanc, França (World Wine, R$ 15,00). Vinho conhecido em vários países pelo seu excelente custo-benefício, mostra toda a tipicidade dos brancos da região do Rhône: muito aromático, com boa acidez e ótima estrutura. A versão baby é uma graça, incrível para receber os amigos!
  • Tília Malbec/Syrah, Argentina (Vinci Vinhos, R$ 11,31) Combinando duas das grandes uvas tintas, este vinho é macio e saboroso, fácil de agradar. Tem mais opções disponíveis no site da importadora.
  • Leyda Reserva Pinot Noir, Chile (Grand Cru, R$ 14,00). Ótimo Pinot Noir chileno em versão mini, obra do competente produtor Vina Leyda. Aromas intensos de frutas vermelhas com um toque herbáceo, bem equilibrado.
  • Valdivieso Cabernet Sauvignon, Chile (Ravin, R$ 14,00). Boa opção para acompanhar carnes vermelhas e massas com molhos picantes, é elaborado no Chile pelo tradicional produtor Viña Valdivieso.

MEIAS GARRAFAS (375 ml)

  • Espumante Casa Valduga Brut, Brasil (Imigrantes Bebidas, R$ 29,99). Espumante elaborado com as uvas Chardonnay e Pinot Noir, é fresco, equilibrado, com aromas que lembram amêndoas e frutas tropicais.
  • Terra Andina Sauvignon Blanc, Chile (Vinci Vinhos, R$ 15,83). Ótimo branco do Chile, é elaborado com a uva Sauvignon Blanc pelo produtor Terra Andina. Fresco, leve e aromático, é ideal para acompanhar comida japonesa. Tem mais opções no site do importador.
  • Les Grands Bois Chantant, França (Grand Cru, R$ 23,00). Vinho francês da região de Bordeaux, é elaborado com Merlot, Cabernet Franc e Cabernet Sauvignon e destaca-se pelos aromas de frutas maduras, couro e um toque mentolado. Tem também na versão baby (187ml).
  • Altos Las Hormigas Malbec, Argentina (Mistral, 23,34). Com aromas frutados e sabores intensos, mostra que a Malbec pode originar vinhos perfeitos para acompanhar comida. 
  • Esteva casa Ferreirinha, Portugal (Zahil, R$ 32,00). Vinho básico da Casa que é um ícone em Portugal, responsável pela produção do clássico Barca Velha. Elaborado com as uvas típicas do Douro, é rico em aromas de frutas maduras com toques florais. 

O vinho do peru

Um dos maiores desafios durante os preparativos da ceia de Natal é escolher os vinhos que harmonizem com o tradicional peru, entre todos os demais  pratos típicos desta data. Para facilitar este momento, confira algumas opções interessantes para acompanhar as principais delícias natalinas:

Para as entradas, como castanhas, nozes e saladas de maionese:

Para os aperitivos, como as castanhas, nozes, amêndoas e a famosa maionese de Natal, prefira os espumantes brut ou brancos leves com boa acidez, que ajudam a amenizar a sensação de gordura no paladar:

1) Gato Negro Sauvignon Blanc, Chile (Imigrantes Bebidas, R$16,99)

2) Freixenet Tournée Brut, Espanha (Imigrantes Bebidas, R$20,99)

3) Orvietto Docg Piccini, Itália (Imp. Vinci, R$30,25)

4) Andeluna Torrontés, Argentina (Imp. World Wine, R$36,00)

5) Mionetto Vivo Rosé, Itália (Imp. World Wine, R$48,00)

Para acompanhar os peixes e crustáceos:

Para este que é um dos pratos mais tradicionais na ceia de final de ano, os vinhos brancos são a companhia ideal, uma vez que os taninos do vinho tinto podem torná-lo metalizado quando combinados com o sabor marcante e o toque iodado dos pescados. Alguns tintos leves, por outro lado, podem acompanhar perfeitamente peixes com sabores mais intensos. Peixes mais gordurosos vão bem com um vinho com maior acidez, como os brancos elaborados com  Sauvignon Blanc:

1) Luis Felipe Edwards Chardonnay, Chile (Pão de Açúcar, R$19,15)

2) Robertson Chenin Blanc, África do Sul (Imp. Vinci, R$25,18)

3) Altas Cumbres Viognier, Argentina (Pão de Açúcar, R$29,00)

4) Urban Sauvignon Blanc, Argentina (Imp. Vinci, R$29,57)

5) Rio Bio Reserva Pinot Noir, Chile (Imp. Expand, R$39,80)

Para acompanhar pratos à base de bacalhau:

O bacalhau faz parte de diversas datas comemorativas, reflexo da herança cultural deixada pelos nossos amigos portugueses. Tradicionalmente assado em postas, desfiado com batatas ou somente preparado com azeite, pede vinhos brancos mais encorpados, tintos com boa acidez ou tintos mais envelhecidos, já com os taninos bem macios:

1) Grandjó Douro Branco, Portugal (Imigrantes Bebidas, R$24,99)

2) Aurora Reserva Chardonnay, Brasil (Imigrantes Bebidas, R$28,99)

3) Terrazas Alto Chardonnay, Chile (Imigrantes Bebidas, R$33,99)

4) Viña Borgia, Espanha (Imp. World Wine, R$35,00)

5) Rio de los Pájaros Pinot Noir, Uruguai (Imp. Mistral, R$39,71)

Para acompanhar Peru e Chester:

Peru e Chester são aves de carne macia e delicada, que pedem tintos de médio corpo ou brancos mais estruturados. Como esta época do ano é marcada pelas altas temperaturas, os vinhos rosés também são uma ótima alternativa para acompanhar estas delícias natalinas:

1) Petirrojo Merlot, Argentina (Imp. World Wine, R$28,00)

2) Crios Rosé Malbec, Argentina (Imigrantes Bebidas, R$29,99)

3) Duetto Casa Valduga Sangiovese/Barbera, Brasil (Imigrantes Bebidas, R$33,99)

4) Catamayor Viognier Reserva, Uruguai (Imp. World Wine, R$42,00)

5) Château Bel Air, França (Imp. Mistral, R$46,47)

Para acompanhar Tender:

O tender, presença obrigatória nas festas de fim de ano, é muito saboroso e caracteriza-se pelo toque defumado. Na maioria das vezes, o molho do tender é doce, combinando melhor com um tinto leve e cheio de fruta:

1) Tilia Merlot, Argentina (Imp. Vinci, R$26,87)

2) Altosur Merlot, Argentina (Imp. Word Wine, R$29,00)

3) Urban Uco Tempranillo, Argentina (Imp. Vinci, R$37,01)

4) La Vieille Ferme Rouge, França (Imp. World Wine, R$45,00)

5) Poggiotondo IGT Toscana Rosso, Itália (Imp. World Wine, R$48,00)

Para acompanhar Pernil e Leitão

Muito saborosas, os cortes suínos geralmente pedem vinhos tintos mais estruturados, rico em taninos e com boa acidez, para contrapor a gordura. A exceção fica com o lombo e as carnes mais claras, que combinam muito bem com diversas opções de brancos:

1) Tarapacá Cosecha Malbec, Argentina (Imigrantes Bebidas, R$17,99)

2) Postales Del Fin Del Mundo Malbec/Shiraz, Argentina (Imigrantes Bebidas, R$28,99)

3) Château Los Boldos Cabernet Tradition, Chile (Imp. World Wine, R$33,00)

4) Armador Carmenère, Chile (Imp. World Wine, R$39,00)

5) Cusumano Syrah, Itália (Imigrantes Bebidas, R$43,99)

Para acompanhar o doce Panettone, o bolo de reis e a rabanada:

O Panettone nasceu na Itália e é indispensável nas festas de fim de ano, em diversos  países do mundo. Trazido ao Brasil por imigrantes Italianos durante a Segunda Guerra Mundial, é tradicionalmente feito com frutas cristalizadas e uvas-passas, mas já é possível encontrar inúmeras variações, igualmente deliciosas. A melhor opção para acompanhar o Panettone (e os demais doces similares) são os vinhos delicados e levemente doces, como o Moscato d´Asti ou vinhos leves de colheita tardia. Já a rabanada, por ser bastante doce, pede vinhos de sobremesa bem ricos, com bastante açúcar residual, como os vinhos do Porto:

1) Espumante Salton Moscatel, Brasil (Imigrantes Bebidas, R$19,99)

2) Tarapacá Late Harvest, Chile (Imigrantes Bebidas, R$29,99)

3) Porto Messias Ruby, Portugal (Imigrantes Bebidas, R$37,99)

4) Valdouro Tawny, Portugal (Imigrantes Bebidas, R$41,99)

5) Batasiolo Moscato D’Asti (Imigrantes Bebidas, R$43,99)


Seleção de bons e baratos da revista Veja

A revista Veja publicou na edição desta semana o resultado de uma avaliação de vinhos feita pela Associação ProTeste  junto com sommeliers e consumidores. A avaliação foi feita com vinhos nacionais, europeus e sulamericanos que custam até R$ 60,00 em supermercados, adegas e importadoras. Valeu para reforçar a idéia de que nem sempre preço é sinônimo de qualidade e que é possível sim encontrar bons vinhos a preços convidativos. Confira aqui os primeiros colocados deste ranking e corra para tirar suas próprias conclusões! 😉

 

1) GRÃO VASCO

Origem: Portugal

Um assemblage, ou seja, uma mistura de diferentes uvas, foi o rótulo mais bem aceito pelos consumidores. “ Com um aroma agradável de frutas secas, ele vem do Dão, uma região antiga e famosa por produzir vinhos com excelência”, diz o consultor enogastronômico Joel Guérin, um dos participantes do teste.

2) NIETO SENETINER RESERVA CABERNET SAUVIGNON 

Origem: Argentina

Graças ao aroma e ao sabor persistentes, este Cabernet Sauvignon foi o mais bem classificado entre os sommeliers. “Ele é encorpado e, assim como o Grão Vasco, tem um agradável aroma de frutas secas”, diz Guérin.

3) SANTA HELENA RESERVADO CABERNET SAUVIGNON

Origem: Chile

Seco, este Cabernet Sauvignon foi avaliado como um vinho correto, de média intensidade e aroma frutado.

4) GRANDJÓ

Origem: Portugal

Da região do Douro, tradicionalmente conhecida pela produção de vinhos do Porto, tem aromas vegetais que se sobrepõem aos das frutas, o que é um fator positivo – quanto mais aromas, mais interessante é a bebida.

5) LATITUD 33 MALBEC

Origem: Argentina

De Mendoza, uma das regiões mais tradicionais da Argentina para vinhos de qualidade, é feito de Malbec, a uva que melhor se desenvolve no país. “É um vinho simples, porém correto e agradável”, resume Guérin.

6) SANTA CAROLINA RESERVADO CABERNET SAUVIGNON

Origem: Chile

Um Cabernet Sauvignon meio seco, foi considerado o melhor vinho no quesito custo-benefício – apesar de, na opinião dos sommeliers, ser pouco encorpado. “Na boca, é um vinho simples, de taninos suaves”, avalia Guérin.

7) PAULO LAUREANO

Origem: Portugal

Segundo colocado na opinião os consumidores, este vinho seco ficou em sétimo lugar porque, de acordo com os especialistas, tem pouco corpo e um aroma de baixa persistência.

8)AURORA VARIETAL CABERNET SAUVIGNON

Origem: Brasil

Elaborado com Cabernet Sauvignon, foi considerado um vinho simples, porém correto.

9) BOLLA VALPOLICELLA

Origem: Itália

Mistura de uvas como a Corvina e a Rondinella, agradou aos consumidores, mas foi avaliado pelos especialistas como simples e pouco encorpado.

10) MORANDÉ PIONERO

Origem: Chile

Primeiro colocado na análise laboratorial, este Carmenére foi descrito como pouco aromático e com alto teor alcoólico.

ONDE COMPRAR:

Pão de Açúcar, Imigrantes Bebidas, Adega Alentejana e principais supermercados.

 

A cor que deu nome ao vinho

Sucesso na década de 70 e até hoje considerado sinônimo de vinho português, o Vinho Verde evoluiu, ganhou força e continua sendo uma ótima opção para dias quentes e refeições leves.

 E você sabe por que este vinho branco recebe o nome de Vinho verde? Duas são as versões mais conhecidas. A primeira teoria é relacionada com as uvas da região, que possuem elevada acidez mesmo quando estão maduras, conferindo ao vinho aquela sensação de “agulhada”, característica de uvas colhidas antes do tempo. A outra explicação diz respeito à bela paisagem da região do Minho, onde o vinho verde é elaborado, e que caracteriza-se pelos campos verdes das vastas terras cultivadas, ou seja, “vinho de uma região verde”.

Independentemente da nomenclatura, a verdade é que região dos Vinhos Verdes, além de lindas paisagens, é conhecida por produzir ótimos vinhos brancos, caracterizados pela leveza e frescor. Aromáticos, tradicionalmente harmonizam com saladas, peixes, mariscos, carnes de aves e pratos da culinária oriental, além de ser ótima opção de aperitivo.Confira abaixo duas dicas imperdíveis de degustação:

Gazela

Produzido na adega da Quinta de Azevedo, propriedade pertencente à Sogrape, gigante do setor em Portugal. Com uma proposta mais moderna, é elaborado com as castas Loureiro, Pedernã, Trajadura e Azal. Aromático e cativante, tem aromas de frutas cítricas e tropicais e uma acidez viva e estimulante. O resultado é um vinho simples, versátil e muito atraente, para ser consumido rapidamente e de preferência acompanhando saladas, mariscos, ou como aperitivo.

Quinta da Aveleda

Elaborado pelo produtor de mesmo nome, que também assina o famoso e igualmente interessante Casal Garcia. Feito a partir das uvas Alvarinho (casta mais nobre para a elaboração de vinhos verdes) seguida de Loureiro e Trajadura, apresenta aromas frescos e delicados. Indicado para acompanhar peixes grelhados com legumes e saladas mais condimentadas.

ONDE COMPRAR:

 Imigrantes Bebidas, Wine.com, Pão de Açúcar e principais supermercados