O que esperar nas prateleiras em 2018?

Tendências 2018 (4)

Fique atento às principais tendências de consumo no mundo do vinho, que certamente vão refletir em boas oportunidades de compra por aqui. São dicas valiosas, apontadas por diversos sites e publicações de vários países que dão um norte do que esperar para este ano que promete ser intenso em novidades no mercado:

1. As garrafas magnum 

Diversos sites apontam esta como uma das principais tendências para o ano. De acordo com a importadora Grand Cru, as garrafas magnum, com capacidade para 1,5 litros, são uma ótima opção para grandes eventos, como festas de casamento. Além de chamarem atenção pelo tamanho, oferecem um bom custo-benefício, pois às vezes, têm preço mais baixo do que duas garrafas de 750 ml.

01_Club Carmenére 1500ml            Club des Sommeliers Carménère 1500ml (Pão de Açúcar, R$ 46,25)

2. Vinhos do leste europeu no centro das atenções

Especialistas acreditam que neste ano as variedades menos comerciais, provenientes de países desconhecidos no mundo dos vinhos, vão atrair a atenção dos consumidores. Neste cenário, os vinhos do leste europeu vão chamar a atenção e prometem ocupar um espaço maior nas gôndolas do mercado. Para ilustrar esta tendência, o Concours Mondial de Bruxelles, tradicional concurso que avalia e elege os melhores vinhos do mundo em diversos países, divulgou que entre 2015 e 2017, as inscrições de vinhos da Europa Oriental aumentaram 42,9%. Em 2017, dois países da Europa Oriental – Bulgária e República Checa – entraram na lista dos que conquistaram medalhas. Além dos tradicionais vinhos da Hungria, que já estão bem consolidados no mercado, há boas opções da Eslovênia já disponíveis por aqui:

02_Puklavec Delicious.Puklavec Delicious Branco (Vino Mundi, R$ 45,90) – Este vinho é uma mistura interessante das uvas Furmint, Welschriesling e um toque de Chardonnay. Destaca-se pela acidez “crocante”, muito suculento, perfeito para acompanhar frutos do mar, carnes brancas e saladas.

3. Vinhos Premium do Chile e da Argentina

Os vinhos do Chile e da Argentina sempre foram associados como bons e baratos por aqui. Atualmente ainda vale a máxima de que é possível encontrar rótulos com de boa qualidade a preços bem abaixo da média. Mas o destaque deste ano vai para os vinhos de alta gama da América do Sul, com enorme potencial em nosso mercado. Vinícolas chilenas e argentinas apostam cada vez mais em qualidade, conseguindo avaliações muito positivas em guias de pontuação internacionais com seus rótulos mais icônicos. O Vivino, maior aplicativo de vinhos do mundo, confirma esta tendência para o ano: de acordo com seu ranking anual Wine Style Awards, que destaca as preferências de seus 26 milhões de usuários mundo afora,  o melhor vinho do ano foi o Viña Cobos Volturno 2010, disponível no Brasil por R$ 1.799,00! Mas não é preciso investir esta pequena fortuna para saber do que estamos falando. Marcelo Retamal, enólogo chileno considerado um dos 30 mais influentes do mundo, lançou seu projeto pessoal Viñedos de Alcohuaz com vinhos que simbolizam esta nova fase do Chile. Experimente o VIÑEDOS DE ALCOHUAZ GRUS 2014, um interessante blend de Syrah, Garnacha,  Malbec e Petit Syrah, que recebeu 95 Pontos no guia DESCORCHADOS –  além de ter sido eleita Vinícola Revelação do Ano!

03_Grus.Viñedos de Alcohuaz Grus (Decanter, R$ 232,10)

4. Os drinks feitos com vinho vieram para ficar

Como já bem pontuou o blog da Grand Cru, “Se a coquetelaria reviveu os seus momentos de glória nos últimos anos, os vinhos aproveitaram a carona e ganharam espaço de destaque do outro lado do bar.” Indo na onda do sucesso do Aperol Spritz, os drinks feitos com espumantes decolaram, assim como a Sangria, o Clericot e o Porto Tonic, todos com vinho como ingrediente principal. Tudo indica que a tendência permanece neste ano e que os consumidores se preocupam cada vez mais com a qualidade do vinho utilizado na coquetelaria.

Encontre no blog da Grand Cru um guia completo com 9 receitas de drinks com vinho ou compre uma garrafa de Bossa Bellini, já prontinho para abrir!

4_Bossa Bellini.Bossa Nº6 Bellini (Decanter, R$ 49,90)

5. Embalagens alternativas e lugares inusitados 

Uma das situações que mais me empolgam nesta jornada é observar o vinho tirando o paletó e se apresentando em trajes cada vez mais informais ao mercado. Se antes abrir uma garrafa de vinho estava reservado a momentos especiais, como um jantar romântico ou brinde de comemoração, agora chegou a vez de brindar também os momentos mais triviais – uma taça em casa quando chega do trabalho, acompanhando uma refeição simples do dia a dia ou um despretensioso piquenique no parque, por exemplo. Para companhar esta tendência, é possível encontrar com mais frequência vinhos em embalagens práticas, como Bag-In-Box, e a consolidação da vedação de rosca para vinhos do dia-a-dia, que facilitam e muito o serviço. Fora do Brasil é possível observar esta tendência com o aumento de boas opções de vinho em lata, em embalagem Tetra Pack e até em Barris, como destacou o Washinton Post em seu artigo sobre tendências para o ano.

05_Arbo.ARBO Merlot 3 Litros (Pão de Açúcar, R$ 79,90) Tinto elaborado pela Vinícola Perini em farroupilha, Rio Grande do Sul, é daqueles vinhos para ter sempre em casa. Feito com a uva Merlot, é frutado, leve e tem pouco álcool, o que facilita o consumo diário (aquela tacinha do final do dia). 3 litros equivalem a 4 garrafas de 750ml, fica menos de 20,00 a unidade. Compensa, não?

6. A revolução do vinho orgânico e natural continuará em 2018

Outra tendência que parece seguir forte neste ano é o aumento no consumo de vinhos orgânicos, naturais e biodinâmicos. O já citado Concours Mondial de Bruxelles menciona que Os consumidores estão mais experientes e curiosos quanto ao que se passa no vinho que consomem. Assim como os foodies se concentram no que está nos seus pratos, os amantes do vinho procuram vinhos feitos com atenção aos detalhes”. Ao longo dos últimos 3 anos o famoso concurso observou um notável crescimento de quase 80% nas inscrições de vinhos orgânicos e biodinâmicos, resultado do forte interesse dos consumidores em ambas as categorias. Esta tendência está super alinhada com a preocupação cada vez maior por uma alimentação saudável, pela procura por ingredientes frescos e sazonais, pelo crescimento de restaurantes e empórios dedicados exclusivamente a insumos orgânicos e pela busca de produtores com fortes vínculos regionais.

06_Adobe Emiliana.Emiliana Adobe Reserva Cabernet Sauvignon (Vino Mundi, R$ 48,90)

7. Você vai comprar mais vinho online

Diversos artigos mencionam a força do online também para o universo do vinho e por aqui não parece ser diferente. A Wine.com e a Evino são destaques neste segmento e estão investindo cada vez mais para conversar com este consumidor, muitos deles iniciantes no vinho. A Wine.com, que tem como acionista o empresário Abilio Dinis, abriu recentemente o Vinho Fácil, site com descontos agressivos em vinhos bem interessantes, de uma seleção enxuta mas atualizada com frequência. Fique atento também aos clubes de assinatura, que são uma excelente oportunidade para conhecer novos rótulos, garimpados por especialistas e entregues mensalmente no conforto de casa.  A Wine.com foi pioneira no formato e hoje já está disponível em diversas importadoras e supermercados, como o Pão de Açúcar por exemplo.

07_Toro LocoToro Loco Crianza (wine.com, de R$ 61,07 por R$ 51,91) – Um dos rótulos de maior sucesso da importadora. Feito na Espanha com as uvas Tempranillo (90%) e Cabernet Sauvignon (10%), tem médio corpo, taninos macios e acidez na medida, com final bem agradável.

8. Vamos consumir mais vinhos portugueses

A invasão de rótulos portugueses de bom custo benefício nas prateleiras dos supermercados não pode ser ignorada. A Viniportugal, Associação do setor encarregada de promover a imagem do país, tem feito um trabalho muito consistente por aqui através de palestras, cursos e degustações com os profissionais e consumidores. Isto significa mais informação sobre uvas e estilos característicos e únicos de Portugal e consequentemente vinhos mais interessantes disponíveis no mercado – muito além dos já conhecidos Casal Garcia Vinho Verde e Periquita, que abriram o mercado.

08_Atlantico.Atlântico tinto (Mambo, R$ 39,90) – Tinto português que representa bem a nova cara de Portugal: rótulos modernos, informações mais claras e preço convidativo. Este aqui é feito com as uvas Alicante Bouschet, Aragonês e Trincadeira, com breve estágio em madeira. Simples, despretensioso e fácil de beber.

9. Maior procura por vinhos de sobremesa

De acordo com o Vivino, surpreende o fato do melhor vinho do ano, eleito pelo público,  ter sido um vinho de sobremesa: tudo bem que estamos falando do icônico Chateau d’Yquem’s 1976 Sauternes, mas o resultado é considerado animador para valorização deste estilo de vinho. Este resultado é positivo em diversos aspectos: estimula os clientes mais reticentes a provar uma taça, ajuda a promover a bebida como opção também para pratos salgados e desmistifica que vinho de sobremesa é somente para quem não gosta de vinho, coisa de “mulherzinha” ou de quem não conhece ou aprecia vinho de verdade. Vamos tomar vinho de sobremesa sim! Este aqui é brasileiro e nunca decepciona:

09_Aurora late harvestAurora Colheita Tardia Branco 500 ml (imigrantes bebidas, R$ 21,99)

10 – Jerez conquista o seu espaço

O site Drink Business, entre outras fontes, destaca novamente a ascensão do Jerez em 2018. Longe de ser novidade, o gosto pelo Jerez permaneceu durante muito tempo restrito a um seleto grupo de aficionados. Antes relacionada como bebida favorita da vovó, agora é vista com frequência nas mãos da geração mais nova. Este sucesso pode ser atribuído em partes pelo renascimento da coquetelaria, que vem utilizando Jerez e outros vinhos fortificados em diversas receitas de drinks – fenômeno também observado com vinho do Porto branco, em refrescantes preparos de Portonic.

10_Jerez La InaJerez Fino La Ina 375ml (Vinci, R$ 82,26) Nunca experimentou Jerez? Comece pelas opções de meia garrafa. Este aqui é bem “expressivo, rico, complexo e equilibrado”, segundo o respeitado guia de vinhos espanhol Guía Peñin.

 11. O movimento “zero açúcar” continua a despertar interesse

No caminho oposto ao dos vinhos doces, destaca-se também os espumantes sem adição de açúcar. Conhecidos como Brut Nature, Sauvage ou Zero Dosage, indicam que quase todo o açúcar do vinho foi fermentado e não há a adição do licor de expedição – uma mistura de vinho adocicado que determina a doçura e estilo do espumante (Brut, Demi Sec, Sec entre outros). Este estilo sempre existiu, mas ganhou notoriedade nos últimos anos e parece se consolidar em 2018. Prova disso é o sucesso no mercado do Lirica Crua, espumante nacional eleito como o melhor do Brasil por diversos especialistas:

11_Lirica CruaLirica Crua (Decanter, R$ 76,40) – Feito com 80% Chardonnay, 10% Gouveio e 10% Pinot Noir, tem na taça certa turbidez devido à presença das leveduras, com bolhas muito finas e persistentes. Na boca tem ótima cremosidade e frescor, além de loooonga persistência.

12. Destaque para a ascensão da Tannat:

O Vivino, já mencionado anteriormente, aponta também o crescimento da uva Tannat no cenário global. Para nós, brasileiros, isto não parece bem uma novidade, mas a previsão é válida e é possível encontrar grande variedade de rótulos com esta uva típica do Uruguai. A escritora de vinhos e especialista Amanda Barnes, diz: “Não subestime a Tannat. Atualmente há uma enorme variedade de rótulos com Tannat do Uruguai – está em todas as regiões vitivinícolas do país e é possível encontrá-la em um vinho tinto concentrado e rico, em um vinho tinto magro e mineral, em um rosé picante e até mesmo em espumantes. Tannat pode ter sido apenas uma vértebra na espinha de Bordeaux, mas é a espinha dorsal do Uruguai “.

12_Brisas del EsteBrisas Del Este Tannat (Wine.com, de R$ R$53,82 por R$ 45,75) – Elaborado pela moderna Bodega Brisas com a uva Tannat, introduzida no Uruguai pelos colonos bascos e cultivada desde então com crescente entusiasmo e expertise. 

Fontes:

  • Blog Grand Cru – “Tendências do mundo do vinho em 2018”
  • Bloomberg – “seven ways the wine world will change in 2018”
  • Forbes – “expert predictions for the wine trends that will shape 2018”
  • Vivino – “wine trends what we learned in 2017 and predictions for 2018”
  • Washington Post – “wine trends for 2018”
  • The Drink Business – “top wine trends for 2018”
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Vinho do dia | De Martino Nuevo Mundo

De Martino NV

De Martino Nuevo Mundo , Chile (Imp. Decanter, R$ 55,60)

A De Martino é uma das vinícolas mais interessantes do Chile. Fundada em 1934 por imigrantes italianos, está estabelecida em Isla Del Maipo, atualmente na terceira geração da família e que conta com o perfeccionista enólogo Marcelo Retamal, eleito enólogo do ano 2004 no Guia de Vinos de Chile.

A linha “Nuevo Mundo” é elaborado a partir de uvas cultivadas de forma orgânica sustentável, no vale do Maipo, no Chile. Além disso, é proveniente da primeira vinha do mundo a gerar bônus de carbono e incorpora práticas sustentáveis no manejo do vinhedo, redução do consumo de água em irrigação e produção, diminuição de emissões de CO2 geradas por compostagem própria, entre outras ações que respeitam o meio ambiente.

Filosofia da vinícola, que valoriza vinhos que refletem suas origens

Além disso, o rótulo é lindo e já atrai o interesse no consumidor de imediato! A primeira impressão já é boa, e o vinho segue surpreendendo. Coloração intensa, tem aromas agradáveis de cassis e amoras maduras, tabaco e uma refrescante nota de menta. Estruturado, com taninos firmes e maduros aliados a uma excelente acidez. Madeira na medida, apenas 30% do vinho amadurece em barricas de carvalho francês, por poucos meses. Combina bem com carré de cordeiro, carnes como fraldinha assada na brasa e pratos suculentos.

Para entender os vinhos pontuados

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Há quem diga que o melhor vinho é aquele que a gente gosta e, sejamos sinceros, desfrutar da bebida de Baco envolve muito mais elementos do que aqueles percebidos no balanço de pouco mais de 100 ml de líquido na taça. Um bom prato e companhia agradável fazem toda a diferença, tornam a experiência muito mais prazerosa e certamente contribuem para uma ótima lembrança daquele momento específico.

A despeito de todos os esforços aplicados em fazer da degustação um momento mágico, contar com uma boa indicação nunca é demais. Foi partindo desse princípio que, em 1959 surgiu a Wine Spectator, a maior e mais importante publicação de vinhos do mundo. Ao logo de quase 40 anos de história a revista acumula mais de 500 edições dedicadas em avaliar vinhos de diferentes regiões do planeta. Algo em torno de 300 mil rótulos!

No mesmo sentido surgiu a “The Wine Advocate”, periódico americano que leva a assinatura de Robert Parker, ex-advogado que há mais de 30 anos faz da análise de vinhos o seu meio de sustento. Valendo-se de dois dígitos “Mister RP” é capaz desde alavancar vendas de determinado rótulo até influenciar em preços de vinhos antes mesmo de saírem da vinícola. Atualmente a escala de 100 pontos desenvolvida por Parker é amplamente utilizada e até hoje serve como referência para a avaliação de vinhos pelo mundo.

Por aqui temos como principal representante o Guia Descorchados. Patricio Tapia é o jornalista chileno que está à frente da publicação, hoje considerada a mais respeitada da América Latina, e avalia vinhos do Chile, Argentina, Uruguai e Brasil.

É importante dizer que o método de avaliação por pontuação não indica quão delicioso é um vinho, já que esta análise é subjetiva e depende de gosto e preferência pessoal. Em vez disso, os vinhos são pontuados com base na qualidade de produção e tipicidade, ou seja, se atende as expectativas esperadas de determinada uva ou região.

Em geral a escala de pontuação tem os seguintes critérios:

  • 50-59: vinhos falhos, quase intragáveis (geralmente não entram na lista)
  • 60-69: vinhos falhos, não recomendáveis porém bebíveis (geralmente não entram na lista)
  • 70-79 vinhos falhos mas aceitáveis
  • 80-84 vinhos considerados “acima da média” a bons
  • 85-90 vinhos considerados “bons” a “muito bons”
  • 90-94 vinhos considerados “superiores” a “excepcionais”
  • 95-100 vinhos “referência” ou “clássicos”

Mas e o gosto dele, combina com o meu? 

Os sistemas de pontuação ainda são confiáveis e servem como referência sim, apenas cuidado para não virar refém de vinhos acima de 90 pontos. A discussão sobre vinho e gastronomia está bem democrática e muitas vezes a opinião sobre o seu grupo de amigos e pessoas próximas tem mais valor do que a avaliação de um crítico que está a milhas de distância, avaliando vinhos que muitas vezes nem estão disponíveis em nosso mercado.Isto explica o sucesso dos blogs de gastronomia, já que aquilo que os especialistas buscam no vinho não é necessariamente o que o consumidor procura. Muitas vezes o que se quer é apenas a indicação de um vinho bom e barato para comer com a pizza, disponível no supermercado mais próximo. E só.

Para começar a se familiarizar com estas – ainda confiáveis – siglas selecionei vinhos bem agradáveis para você se divertir sendo o avaliador:

Flor Denglora

  • Flor D’Englora Rouge 2009 | ∗ 90 pontos Robert Parker (Imp. Grand Cru, R$ 51,75): Vinho tinto espanhol feito com 60% Garnacha, 35% Cariñena 2% Syrah e 1% Tempranillo, tem aromas de frutas negras e toque tostado proporcionado pelo estágio em barricas de carvalho. Médio corpo, tem final de boca longo e persistente (Robert Parker – 90 pontos)

Tarima

  • Tarima Orgânico 2012 | ∗ 90 pontos Robert Parker  (Imp. Grand Cru, R$ 49,00): Também Espanhol, este tinto é feito com a uva Monastrell na região de Alicante, ainda pouco conhecida por aqui. Aromas intensos e agradáveis de morango e framboesa, tem corpo médio para encorpado e um final de boca persistente, ideal para acompanhar pratos mais intensos e saborosos. As uvas utilizadas na produção são de cultivo orgânico, ou seja, sem o uso de agrotóxicos e fertilizantes químicos.

Zorzal

  • Zorzal Terroir Único Malbec 2013  | ∗ 92 pontos Robert Parker (Imp. Grand Cru, R$ 55,00): Tinto elaborado com a uva Malbec pela Zorzal, vinícola em ascensão na Argentina. Aroma de frutas vermelhas com notas florais, tem excelente frescor e final de boca com agradável persistência. Ideal para acompanhar carne vermelha ao ponto, massas leves com carne e molho vermelho fresco, temperado com ervas finas.

Urban Uco

  • Urban Cabernet Sauvignon 2010 | ∗ 90 pontos Robert Parker (Imp. Vinci, R$ 52,44): Vinho chileno elaborados no Chile pelo grande O Fournier. Produzido no ótimo Vale de Maule, é um vinho de excepcional relação qualidade/preço. Segundo a crítica de vinhos Jancis Robinson, ele é “muito muito muito mais complexo e sutil do que a maioria dos vinhos [chilenos]. Este 100% Cabernet Sauvignon Permanece 03 meses em barricas de carvalho francês.Excelente achado.

La Joya

  • La Joya Gran Reserva Syrah 2012 | 90 pontos Wine Spectator: (Imp. World Wine, R$ 54,00): Os vinhos da chilena Bisquertt são muito premiados e este Syrah destaca-se pelo perfeito equilíbrio no paladar. Aromas de frutas negras maduras, especiarias e notas de café, é macio na boca e acompanha bem carnes vermelhas defumadas e cortes de cordeiro, como costeletas, carré e paleta.