Vinhos que valem por dois

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As festas de final de ano estão se aproximando e está na hora de escolher os vinhos que vão acompanhar as comemorações. Mesa farta, família reunida e muita gente para servir, os vinhos em garrafa magnum são perfeitos para a ocasião. Equivalente a duas garrafas de 750ml, as garrafas magnuns ficam super charmosas na mesa e valorizam o serviço do vinho. Escolha uma destas opções e surpreenda seus convidados!

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  • Chandon Reserve Brut magnum, Brasil (Vino Mundi, R$ 119,00): A espuma abundante e persistente e o perlage de borbulhas finas, ativas e numerosas, caracterizam esse clássico blend das uvas Chardonnay, Pinot Noir e Riesling Itálico. Aromas agradáveis de maçã verde, cítricos e frutas secas, tem acidez equilibrada e ótimo frescor. Opção curinga de espumante nacional.

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  • Il Vino dei Poeti Prosecco Treviso DOC Brut Magnum, Itália (Imp. Grand Cru, R$ 114,40): Espumante italiano elaborado com a aromática Glera, antiga Prosecco, tem paladar fresco, delicado e bem equilibrado. Este vinho faz parte da seleção de vinhos Bottega “Vino dei poeti”, literalmente “vinho dos poetas”. Ganhou este nome por causa de um festival anual de poetas realizado nas colinas onde nascem essas uvas deste Prosecco. Evoca a alegria com que poetas, artistas e homens de cultura brinde à vida.

 

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  • Amalaya Malbec Magnum, Argentina (Imp. Decanter, R$ 110,30): Delicioso Malbec argentino, tem aromas quentes e maduros de ameixa e cereja, com intensa nota floral de violeta. Exuberante e envolvente, de prazer imediato e intenso.

 

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  • Cisplatino 2009 magnum, Uruguai (Mistral, R$ 90,58):  Elaborado com Tannat e um pouco de Merlot, que amacia a firme estrutura tânica da Tannat. A fruta está muito presente, sendo um vinho potente na boca e com amplos aromas. Um verdadeiro achado, fica ainda melhor acompanhando carnes assadas e massas com molhos mais gordurosos

 

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  • Cambas Rouge magnum, Grécia (Imp. Vinci, R$ 93,21): Este saboroso tinto grego é elaborado com a emblemática casta Agiorgitiko. Vinho gastronômico, combina um toque aveludado no paladar, notas de frutas maduras e de canela. Uma ótima escolha para descobrir os tintos da Grécia.

 

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  •  Montepulciano d’Abruzzo DOC 2010 magnum, Itália (Via Vini, R$ 75,00): Elaborado pela Vini Farnese com a uva Montepulciano, tem corpo médio, com taninos redondos e macios. Apresenta um ótimo equilíbrio e final persistente. Acompanha bem uma enorme variedade de pratos em uma mesa farta e descontraída.

 

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  • Principato Cabernet/Merlot Delle Venezie magnum, Itália (Imp. Vinci, R$ 87,23): Este saboroso corte italiano de Cabernet Sauvignon e Merlot da região do Alto Adige é macio e gastronômico. A garrafa Magnum é o sufiente para toda a família e também uma ótima opção de presente.

 

Com a bênção do Olimpo

Saiu na edição de janeiro da revista Menu uma matéria muito legal sobre os vinhos gregos, mais especificamente sobre os elaborados na ilha de Santorini.

Famosa pela mineralidade de seus brancos e pela elegância de seu vinho de sobremesa, o vinsanto, Santorini convive com a cultura da uva desde a Idade do Bronze. Achados arqueológicos provam que a uva era cultivada por lá no século 17 a.C. Por volta de 1620 a.C uma grande erupção vulcânica soterrou toda a população e suas plantações e só em 1200 a.C Aantorini voltou a ser habitada, o cultivo das videiras foi retomado e tornou-se uma das principais atividades econômicas locais. E continua até hoje.

A Grécia possui forte tradição na história do vinho. Foram os gregos que espalharam as vinhas pelo Ocidente, mas sua vinicultura ficou um tanto estagnada nos tempos modernos. As vinícolas mais modernas começaram a surgir na década de 90 e estão mudando o perfil do vinho grego, que é mais conhecido no mundo pelo retsina, vinho ao qual se acrescenta resina de pinheiro. O foco hoje é fazer grandes vinhos, modernos, mas com uvas originárias da própria ilha ou região, como a branca Assyrtiko e a popular tinta Agiorgitiko.

Conheça alguns rótulos gregos bem acessíveis selecionados pela Menu nesta edição:

Cambas – Do mesmo grupo da Boutari, maior produtor de vinhos da Grécia, tem sede na região da Ática, Grécia Central. O branco Mantínia OPAP (R$ 53,52, Vinci) é feito com a uva moschofílero e está no mercado grego desde 1930. Há o despretencioso Retsína Karaváki EkP (R$ 30,25, Vinci), um retsina aos moldes tradicionais, vinho branco das castas Savatianó e Rodítis.

Tsantali – Grande grupo vinícola grego, com vinícolas espalhadas por várias regiões do país. Entre eles, os brancos da região de Halkidiki. O Tsantali Halkidiki (R$ 21,90), uma mistura de Assyrtiko com Sauvignon Blanc, e o orgânico Kali Gi (R$ 28,90), corte de Assyrtiko e Athiri e o tinto Tsantali Nemea Reserve (R$ 28,90), 100% agiorgitiko. No Carrefour e no Sam´s Club.