King Rabbit, o barato da França

Rótulos são inspirados no coelho da Alice no País das Maravilhas

Novidade no mercado, os vinhos King Rabbit se destacam pela proposta ousada e irreverente, apresentando um lado menos formal dos vinhos franceses. Os três rótulos da linha são elaborados na região de Languedoc-Roussilon, tradicional área vitivinícola com mais de 2 mil anos de história, e foram concebidos para para serem degustados a qualquer momento e sem formalidades.

O grande diferencial da linha King Rabbit são os rótulos modernos, com cores vibrantes, assinados pelo artista francês Gildas Coudrais. Todos os rótulos vêm com a imagem estilizada do coelho da Alice no País das Maravilhas, que vivia correndo atrás da felicidade, mas que esquecia de viver o momento presente. A proposta da linha King Rabbit é exatamente esta: degustar a vida e vivenciar o prazer de beber um bom vinho hoje, sem complicação!King Rabbit Rosé

King Rabbit Blanc

King Rabbit Rouge

Agora a melhor parte: Os vinhos custam em média R$ 55,00. Onde encontrar?

Dia das mães: Menos rosas, mais rosé!

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Menos rosas, mais rosé! Este é o espírito deste presente bem legal que você encontra nas lojas Imaginarium para as mamães cansadas da mesmice e que apreciam uma boa taça de vinho, seja ele qual for!

Quer complementar com um garrafa? Confira uma seleção de rosés franceses fáceis, descomplicados e elegantes para acompanhar o presente e aproveitar um brinde em família:

BerneBerne Esprit de Méditerranée IGP 2016 (Imp. Grand Cru, R$ 69,00): Rosé delicioso feito com as uvas Cinsault, Grenache, Carignan, Cabernet Sauvignon, em um blend típico do sul da França. Difícil encontrar um rosé com estas características nesta faixa de preço, e atualmente é um dos best sellers da Grand Cru.

La Vieille FermeLa Vieille Ferme 2015 (Ville du Vin, De R$92,00 por R$66,00): O La Vieille Ferme é outro rosé bem conhecido no mercado, feito pela família Perrin, muito famosa por seus rótulos do Château de Beaucastel. Possui hoje alguns dos melhores vinhedos do Rhône Sul e se utiliza de técnicas orgânicas no cultivo de suas parreiras há aproximadamente 100 anos. Este aqui é um corte de Cinsault, Grenache Noir e Syrah, um pouco mais estruturado mas ainda bem fresco e elegante.
00155015_zClaude Val Rosé (Enoteca Decanter, R$ 65,50): Mais um best seller entre os rosés do sul da França, o Claude Val rosé destaca-se pela coloração rosada delicada e brilhante. Aromas de frutas vermelhas maduras, com notas florais. Na boca é leve, com boa acidez e muito suculento.

Vinho do dia | Malbec Purple Lagrézette

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    Malbec Purple Lagrézette, França (Boccati, R$ 57,90)

Alain Dominique Perrin é uma figura emblemática na França, responsável pelo renascimento e desenvolvimento da luxuosa Cartier. Desde 2003 dirige o segundo conglomerado mais poderoso de marcas de luxo do mundo, o Richemont. Apaixonado por arte contemporânea, navegação à vela e vinho, comprou em 1980 um castelo do séc. XV em Cahors, e dedicou 10 anos ao restauro das edificações, dos jardins e dos seus vinhedos, onde em 1503 já colhiam a Malbec. 

Château Lagrézette, considerado o mais antigos produtor de Malbec do mundo

Falando em Malbec, poucos sabem mas esta uva é originária de Bordeaux e cruzou o Atlântico em 1852, instalando-se em Mendoza, na Argentina. A adaptação em sua nova terra foi considerada espetacular e por esta razão a Malbec ainda é a bandeira do vinho argentino e grande sucesso no mercado mundial.

Malbec, a uva originária de Cahors

Voltando ao produtor, o Château Lagrézette é considerado o mais antigo produtor de Malbec do mundo e o Purple The Original Malbec é o seu vinho de apresentação, ostentando já no rótulo um atributo que não se pode comprar: a origem! Tinto suculento e sedoso, que traz “a velha uva negra de Cahors” para o novo milênio.

Elaborado com 85% Malbec e 15% Merlot, tem aromas intensos de ameixa madura, cassis, violeta e anis estrelado. No paladar é rico, potente e encorpado, mas direcionado ao prazer imediato, com longo final. Vai bem com entrecôte mal passado ao molho de cogumelos, ossobuco e fica perfeito com churrasco brasileiro!

 

Vinho do dia | Arrogant Frog Tutti Frutti

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Gosto muito do conceito descomplicado deste vinho francês, país conhecido pelos seus vinhos incríveis mas também pela complexa classificação que os acompanha, o que pode dificultar a escolha dos consumidores menos experientes no assunto.

Recapitulando, este vinho é elaborado pelo dinâmico enólogo Jean-Claude Mas na região de Languedoc, que se destaca pelo lema “vinhos do Velho Mundo com atitude do Novo Mundo”. O nome Arrogant Frog foi uma bela sacada para mostrar que a França também pode fazer vinhos descomplicados, sem a arrogância de ignorar o Novo Mundo.

Tinto francês de grande aceitação no mercado brasileiro, vai na contramão do que se imagina de vinho francês: fácil, frutado e acessível, é elaborado com as uvas Cabernet Franc, Cabernet Sauvignon, Grenache, Merlot, Mourvèdre e Syrah. Ufa! A miscelânea funciona bem e também é sucesso para acompanhar finger foods.

Vinho do dia | Alain Brumont Rosé

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Eu simplesmente adoro o Alain Brumont. Considerado uma lenda viva do vinho francês, Brumont é não somente o melhor do Madiran, mas o melhor de toda a região do sudoeste. E como este calor pede vinhos mais leves, selecionei o rosé deste produtor que é um best seller no Brasil e está entre as melhores relações preço x prazer de vinhos franceses disponíveis em nosso mercado.

Elaborado com 50%Tannat, 30% Syrah e 20% Merlot, tem aromas delicados de frutas vermelhas (framboesa), além leve toque floral. Na boca boca é fresco, de média estrutura, com final limpo, bem agradável. Acompanha salada de tomates, manjericão e queijo de cabra fresco; camarões grelhados, finalizados com azeite; Carpaccio de salmão ou funciona bem como vinho de aperitivo e de puro prazer!

 

Apéritif à la Française em São Paulo

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Começa hoje mais uma edição do evento Apéritif à la Française em São Paulo. O delicioso circuito une drinques e petiscos com sotaque francês e é promovido há onze anos pelo Grupo Sopexa, fruto da parceria entre o Ministério da Agricultura e marcas francesas para a divulgação da riqueza cultural e gastronômica do país.

O evento, presente nas cidades mais influentes e lançadoras de moda do mundo – que incluem Nova York, Tóquio, Dubai, Milão e Paris, entre outras –, está marcado em São Paulo para os dias 4 a 12 de junho de 2014.

Composto por bares e restaurantes que participam com um menu especial, o Apéritif conta também com promoções em lojas de vinhos, eventos tais como a noite de lançamento e os apéritifs de quartier, realizados no dia 5 de junho e 12 de junho, no Le Jazz Brasserie Shopping Iguatemi e Les 3 Brassseurs, respectivamente.

A noite de lançamento será realizada no dia 3 de junho, das 18h às 23h, em uma Residência de Artistas localizada no bairro dos Jardins. Batizada de La Maison, ela será palco de inúmeras animações, tais como um bar de drinques com demonstrações de mixologia, diferentes aperitivos das regiões francesas, um bar à vins e degustação de queijos da França. A noite terá ainda exposição de cartoons do artista Daniel Kondo, com sua visão sobre o Apéritif, e show da cantora Lia Paris.

Os cartoons do Daniel Kondo estão imperdíveis!

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A soirée contará com a presença do Embaixador da França no Brasil e convidados VIP, mas também será aberta ao público. As entradas custam R$ 200 e você encontrará mais informações sobre a venda e o evento no site: http://www.aperitifalafrancaise.com.br

Lançamento 2014

3 de junho – Últimos ingressos disponíveis!
Evento de Lançamento do Apéritif à la française
O ponta pé inicial para estes dez dias de imersão na tão difundida prática francesa do apéritif será dado pelo Embaixador da França no Brasil, Denis Pietton.
O endereço será comunicado mediante a confirmação de sua presença.RSVP obrigatório: priscilla.ulrich@sopexa.com

Entrada: R$200

Degustações:

Toque de Vinho fará uma degustação nos dias 6 e 7 de Junho (sexta e sábado), das 16 às 20h, de alguns rótulos de vinhos franceses, que estarão com preços bem atrativos durante a ação:

1) Mas Claude Val Rosé (de R$ 45,20 por R$ 41,00)

2) Arrogant Frog Tutti-Frutti Tinto (Paul Mas) (de R$ 51,90 por R$ 47,00)

3) Domaine Pierre Labet Pinot Noir VdP L’Île de Beauté (de R$ 66,50 por R$ 60,00)

4) Alain Brumont Tannat / Merlot VdP Côtes de Gascogne (de R$ 61,80 por R$ 56,00)

5) La Vieille Ferme Rouge (de R$ 54,00 por R$ 49,00)

 

 

 

 

O lado irreverente da França

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Poucos países do mundo levam tão a sério sua gastronomia e seus vinhos como a França. Os vinhos franceses contruíram uma bela reputação ao longo de décadas e hoje são considerados um dos melhores do mundo, graças a sua diversidade sem paralelo. Poucos são capazes de produzir tamanha gama de vinhos – muitos dos quais imitados pelo mundo – e a todo tipo de preço.

Regiões clássicas como Bordeaux, Bourgogne e Champagne oferecem os mais sérios e valorizados vinhos da França, porém é possível encontrar rótulos descomplicados e acessíveis pelo país afora. Muitos produtores buscam elaborar seus vinhos no sul da França, ou em regiões como Languedoc-Roussilon, exatamente pela liberdade de produzir seguindo uma legislação menos rigorosa do que as vigentes nestas regiões mais tradicionais.

Além disso, o país experimenta atualmente uma certa renovação, com produtores preocupados em oferecer vinhos mais modernos, prontos para consumo, a um público mais jovem e interessado em novidades. Assim, surgem no mercado vinhos com rótulos divertidos, informações mais fáceis para o consumidor e super agradáveis para paladares menos comprometidos com tradição.

Selecionei alguns rótulos que representam bem este conceito, para que você vivencie na taça uma França mais divertida e irreverente. E Vive la France!

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  • La Vieille Ferme Rouge (World Wine, R$ 54,00) : Tinto produzido em Ventoux, uma extensa apelação de origem controlada na região do Rhône, uma região onde as uvas demoram um pouco mais a amadurecer e conservam uma boa acidez, dando origem a vinhos bem equilibrados. Aromas de frutas frescas, como morango e cereja, de média intensidade no paladar e taninos bem sutis. Vai bem com bife de filé e queijos de média cura.

 

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  • Longue-Dog Rouge: (Rua do alecrim, R$ 52,90): Vinho elaborado pelos bem-humorados enólogos Samantha & Eric com as uvas Grenache Noir, Syrah e Mourvèdre, típicas da região. O nome é uma brincadeira com Languedoc, sul da França, lugar perfeito para qualquer cão, muito sol para uma soneca tranquila e muitos espaços abertos para explorar! Falando do vinho, destacam-se os aromas de frutas vermelhas frescas e toques de especiarias. O paladar é elegante, com taninos macios, final de boca fino e agradável. Ideal para acompanhar entradas leves, carpaccio, massas com molhos vermelhos, carnes grelhadas com molhos leves e queijos amarelos.

 

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  • Rigal the Original Malbec (Vinitude, R$ 58,00): Tinto elaborado com Malbec, uva sempre associada à Argentina mas que tem em Cahors, na França, seu verdadeiro berço de origem. A vinícola vem cultivando e produzindo vinho Malbec já a bastante tempo e o nome  The Original Malbec reforça este conceito. Aromas agradáveis de frutas frescas, é macio e elegante no paladar e bem mais leves que seus hermanos argentinos. Combina com carnes vermelhas suculentas e churrasco.

 

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  •  Arrogant Frog Tutti-Frutti (Imigrantes Bebidas, R$ 51,90) Elaborado pelo dinâmico enólogo Jean-Claude Mas na região de Languedoc, que se destaca pelo lema “vinhos do Velho Mundo com atitude do Novo Mundo”. O nome Arrogant Frog foi uma bela sacada para mostrar que a França também pode fazer vinhos descomplicados, sem a arrogância de ignorar o Novo Mundo. Feito com as uvas Grenache, Merlot, Mourvédre, Cabernet Sauvignon e Cabernet Franc (ufa!), é fácil de beber, como o nome sugere. Tem também sua versão branca, igualmente interessante.

 

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  • C’est La Vie Rouge (Via Vini, R$ 59,00): Tinto feito com as uvas Syrah e Pinot Noir pelo Albert Bichot, destaca-se pelos aromas de cereja fresca e um toque de pimenta preta, é fresco e equilibrado, com taninos super macios no paladar. Uma delícia,  fácil de beber, além do rótulo super charmoso. Companhia perfeita para aperitivos, pães, patês e frios. Aroma intenso de cereja fresca, toque de pimenta preta e o paladar também é bem fresco, frutado, acidez alta, ligeiro.

 

Tintos leves para dias quentes

Illustration: Jenny Bowman

Verdade seja dita: com este calorão, dificilmente a primeira opção de bebida que vêm à mente é vinho. A cerveja e a caipirinha são opções incontestáveis em dias quentes – mesmo com tantas opções de brancos, rosés e espumantes leves e refrescantes. Curiosamente, o vinho tinto continua sendo o campeão da preferência nacional, independentemente da estação. O nosso paladar – orientado para uma culinária quente, rica em aromas e sabores, para o doce e encorpado – ajuda a explicar a popularidade dos tintos. Vale lembrar que Recife é atualmente um dos maiores mercados consumidores de uísque, mesmo com uma temperatura nada convidativa para este estilo de bebida. Assim, os tintos acabam sendo a escolha automática e a opção mais segura para acertar o paladar.
 Não dá para ignorar a preferência nacional pelos tintos. Mas vale deixar algumas dicas sobre como escolher as opções mais leves e refrescantes, indicadas para a gastronomia mais leve do verão. Estou falando de vinhos menos alcoólicos, mais frutados, ligeiros, com boa acidez e sem ou com breve passagem por madeira. 
 Para encontrar vinhos com essas características – que infelizmente não estão escritas no rótulo – o primeiro passo é identificar a uva e a região de produção. O Beaujolais, francês elaborado coma uva gamay, é uma boa pedida. É uma bebida leve, com boa acidez, poucos taninos no paladar e bastante aroma de frutas frescas.
 Também é possível encontrar vinhos tintos nacionais com a mesma uva, bem corretos e agradáveis.Os italianos feitos na Toscana com a clássica Sangiovese são conhecidos pela boa acidez e pelos aromas frutados, com um toque floral, bem delicados. Os tintos elaborados com a uva Pinot Noir também são escolhas seguras. Eles têm coloração mais clara e taninos sutis, mas que podem variar de estilo dependendo da região.
Os Pinot Noirs do Vale de Casablanca (Chile), os da Patagônia (Argentina) e os da Nova Zelândia não desapontam.Deixe de lado os tintos potentes, alcoólicos e amadeirados para experimentar opções mais leves, jovens e refrescantes. Abaixo vão algumas opções para você conhecer neste verão – e quem sabe continuar no resto do ano?

Beaujolais

  • Beaujolais Villages Château de Montmelas (Casa Santa Luzia, R$ 43,00): Boa opção para conhecer a uva Gamay, típica de Beaujolais. Aromas de frutas vermelhas frescas, boa acidez e delicado no paladar. Para ser servido bem fresco, entre 10-12°C.

Miolo

  • Miolo Gamay (Pão de Açúcar, R$ 36,27): Versão nacional dos Gamays de Beaujolais, segue o estilo de leveza e frescor. O preço é bem amigo.

La Vieille Ferme

  • La Vieille Ferme Rouge (World Wine, R$ 53,80): Tinto elaborado na região do Rhône (França), com as uvas Grenache Noir, Syrah, Carignan e Cinsault. Com breve passagem por madeira, tem aromas de frutas mais maduras e é bem macio no paladar.

Yealands

  • Yealands Way Pinot Noir (Extra, R$ 57,65): A Nova Zelândia destaca-se pelos seus tintos feitos com a uva Pinot Noir. Um rótulo que representa fielmente o estilo de vinhos do país.

Novas

  • Novas Gran Reserva Pinot Noir (Extra, R$ 58,70): É produzido pela vinícola Emiliana (Chile), no Valle de Casablanca, uma das melhores regiões para o cultivo da Pinot Noir. Tem aromas de cereja, framboesa e morango, com toques adocicados de cacau.

Vinhos que cabem no bolso

menu_178_outubro-235x300Boas matérias merecem ser compartilhadas, principalmente quando o tema refere-se a dicas de boas compras. Melhor ainda se estes achados forem vinhos até R$ 60,00, indicados por quem entende do assunto.  Folheando a revista Menu de Outubro li, reli e concordei com as observações da matéria “Vinhos que cabem no bolso”, escrito pela Suzana Barelli e Manuel Luz.

Como o artigo tem tudo a ver com o tema deste blog, recomendo sem medo a leitura. Destaco aqui alguns trechos e 5 rótulos (de uma seleção de 19) com preço máximo de R$ 65, todos provados às cegas pela equipe de sommeliers convidados da revista:

“A valorização do dólar frente ao real e o reajuste da ST, imposto que muda a incidência do ICMS no vinho, caíram como uma bomba em nosso mercado em setembro. O reajuste médio de 10% só não foi maior porque as vendas não andam nada boas.

Para responder a esta indagação, a Menu colocou um teto de R$ 65 e foi atrás de rótulos que, teoricamente, têm qualidade nessa faixa de preço. Vasculhamos nossos cadernos de degustação e perguntamos para as importadoras quais tintos, em seu portfólio, poderiam ser considerados bons custos-benefícios dentro desse valor estabelecido. A maioria das respostas indicava vinhos chilenos, argentinos ou portugueses, não por acaso os mais procurados pelos consumidores quando o assunto é preço, mas também uma bebida bem-feita, com qualidade”:

 

De Martino

Syrah Reserva 347 Vineyards 2011 – Maipo, Chile (Decanter, R$ 55,60): Uvas da região do Maipo dão origem a este tinto de cor rubi violácea da De Martino. No nariz, aromas de frutas vermelhas maduras na medida certa, um toque de goiaba, que revela sua origem, e especiarias. De corpo leve para mediano, tem taninos redondos, bem moldados, com leve toque de álcool a mais. Tem 13,5% de álcool.

 

Ilógico

Ilógico 2009 – Alentejo, Portugal (Viníssimo, R$ 40,37): O enólogo Antônio Saramago elabora este tinto com aragonês e syrah, com rápida passagem em barricas de carvalho (três meses). Tem cor rubi clara, de boa transparência. Seus aromas, mais maduros, trazem notas de envelhecimento, com pouca fruta, e chocolate amargo. Agradável no paladar, com taninos bem mesclados com seu corpo de média intensidade, e um toque mineral. Tem 13,5% de álcool.

 

gsm

GSM J.V.Fleury 2011 – Rhône, França (Ravin, R$ 65,00): Tinto da Vidal Fleury, considerada a vinícola mais antiga em atividade em Côte-Rôtie, desde 1781, é elaborado com 50% de garnacha, 30% de syrah e 20% de mourvèdre. Tem cor rubi de média intensidade, com aromas de frutas vermelhas, baunilha e algo herbáceo. No paladar, é marcado por seus taninos intensos, que encobrem sua acidez. Tem 13,5% de álcool.

 

Borsao

Borsao Selección 2012 – Campo de Borja, Espanha (World Wine, R$ 52,90): Antiga cooperativa transformada em vinícola em 2001, a Borsao elabora este tinto que já foi definido como bom exemplo de custo-benefício pelo crítico Robert Parker. Sua base é garnacha mesclada com tempranillo e cabernet sauvignon. Tem cor rubi violácea, com aromas de frutas escuras, como ameixas e amoras, e algo herbáceo. Tem corpo médio para encorpado, com taninos marcados e baixa acidez. Tem 14,5% de álcool.

 

haras

Haras de Pirque Carmenére Reserva 2011 – Maipo, Chile (Winebrands, R$ 51,00): De cor rubi violácea, tem um improvável aroma de vinho branco, com notas de goiaba branca, erva doce e especiarias. No paladar, corpo de média intensidade, com tanino secante, boa persistência e leve amargor final. Tem 14% de álcool.

 

Balance

Balance Pinotage Winemakers Selection 2011 – Western Cape, África do Sul (Qual Vinho, R$ 55,00): De cor rubi de média intensidade, o representante da África do Sul é elaborado apenas com a pinotage. Tem aromas frutados, com notas de cereja, e algo de ervas de provence. Leve e redondo no paladar, com taninos macios, baixa acidez e uma sensação de demi-sec na boca. Tem 14% de álcool.

As boas opções para o inverno

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A estação mais fria do ano está aí! Momento mais do que perfeito para curtir o conforto de casa, em companhia de pessoas queridas e uma seleção de tintos deliciosos para regar estes encontros. Considerada por muitos como a estação dos vinhos, é no inverno que nos dedicamos mais para selecionar cuidadosamente aqueles mais encorpados.

Segue uma seleção de vinhos deliciosos para você escolher e servir nas noites frias do ano:

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  • Adobe Reserva Syrah, Emiliana – Chile  (Imigrantes Bebidas, R$ 33,99): Este Elaborado no Chile pela Emiliana, considerada a maior vinícola orgânica do mundo, este Syrah é equilibrado, com taninos macios e aromas agradáveis de frutas vermelhas e notas de especiarias.

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  • Cabriz, Quinta de Cabriz – Portugal (Sonda, R$ 44,14): Vinho português já bem conhecido no mercado, é elaborado pela tradicional Quinta de Cabriz na região do Dão. Feito com a uva Touriga Nacional, tem aromas de frutas vermelhas frescas e paladar de médio corpo, com taninos estruturados porém macios.

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  • Callia Alta Malbec, Bodegas Callia – Argentina (Rei dos Whiskys, R$ 27,00): Um dos Malbecs de melhor custo benefício disponíveis no mercado. Elaborado pela Bodegas Callia em San Juan, na Argentina, apresenta aromas de frutas vermelhas e notas de especiarias doces. Paladar fresco e equilibrado.

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  • La Belière Rouge 2011, Baron Philippe de Rothschild – França (Wine.com, R$ 45,00): Produzido pela família Rothschild, um dos maiores nomes da vinicultura no mundo. A uva Merlot, que predomina em sua composição, dá o tom aveludado, frutado e delicioso deste cativante Bordeaux, par perfeito com mignon grelhado.

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  • Talenti Rosso Toscano Rispollo, Talenti – Itália (Imp. Grand Cru, R$ 39,00):  Ótimo vinho italiano, feito na Toscana pelo produtor Talenti. Elaborado com as uvas Merlot, Cabernet Sauvignon e Petit Verdot, tem aromas frutados e toques de especiarias, como alcaçuz. Na boca tem acidez equilibrada e taninos macios, porém intensos e persistentes.
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