Peça pela uva: Garnacha

groxaConheça a Garnacha, uva de personalidade forte, como todo espanhol de respeito!

 A Garnacha, uva tinta de origem espanhola, é uma das variedades mais plantadas do mundo, uma vez que consegue se adaptar facilmente em regiões de climas quentes e secos. Uva de muitos nomes pelo mundo, é conhecida como Grenache na França e Cannonau na Sardegna, sendo responsável por vinhos importantes da França, Espanha, Itália e até da Austrália. Na Espanha, a Garnacha é a segunda variedade tinta mais cultivada do país, ficando atrás apenas da emblemática uva Tempranillo.

Mesmo amplamente difundida, seu nome ainda é pouco familiar, quando comparada a uvas consagradas como Cabernet Sauvignon e Chardonnay. Isto por que até algum tempo atrás era considerada uma uva muito alcoólica, cujos vinhos não envelheciam bem e ficava mais interessante quanto utilizada na composição com outras uvas. Hoje, porém, vem fazendo bonito em voo solo e muitos são os varietais de alta qualidade no mercado. Tanto é que existe até um dia para celebrar a uva pelo mundo, o “International Grenache Day” comemorado todo dia 24 de setembro.

Mas o que podemos esperar da Garnacha?

Diferente de vinhos elaborados com a Cabernet Sauvignon, Malbec ou Merlot, a Garnacha oferece tintos com coloração mais leve e delicada. Destaca-se pelos aromas de frutas vermelhas mais frescas, como framboesas, e um herbáceo mais evidente, como alecrim, além de algo de picante. Quando evoluídos, aparecem notas de tabaco e madeira, bem interessantes. Como trata-se de uma uva que se desenvolve em regiões de climas mais quentes e secos, muitas vezes o nível do álcool é elevado, mas os taninos costumam ser bem macios. É preciso certa habilidade do produtor para trabalhar todos estes elementos da Garnacha, mas quando acertam é uma alegria só!

Fonte: wine folly

Você sabia?

Além dos tintos, é uma excelente variedade também para vinhos rosados ou doces fortificados por seu alto nível de açúcar.

♥ É possível encontrar tintos espanhóis de “Garnacha Vieja”, feitos com uvas de parreiras bem antigas (Garnacha Velha), resultando em vinhos escuros, intensos e profundos.

♥ A ilha de Sardenha teve, historicamente, muita influência espanhola. E a Garnacha, como parte dessa herança, também esteve por lá, porém com o nome de Cannonau.

A uva de muitos nomes também pode apresentar diversos sabores, dependendo da região em que é cultivada. Dê uma volta ao mundo com a Garnacha e escolha o seu estilo preferido entre tantas opções!

01legadoMunozLegado Muñoz Garnacha (Imp. Decanter, R$ 57,00) – Este 100% Garnacha é feito em La Mancha, na Espanha, e destaca-se pelos taninos macios e equilibrado frescor. Amadurece somente 3 meses em barricas novas de carvalho americano, que confere aromas discretos de baunilha, coco tostado e especiarias. Vai bem como carne de porco assada e grelhada.

 

03petitsDetoursPetits Détours I.G.P. Pays D’Hérault Collines de la Moure Grenache 2016 (Wine.com, R$ 58,00). O nome é pomposo, mas o vinho é fácil fácil. Elaborado na França, é um Grenache simples, porém leve e bem feito. Tinto frutado, com aromas de especiarias doces, leve e fresco no paladar.

 

04borsaoBorsao Clasico 2015 (Imp. World Wine, R$ 47,00) – Um Garnacha delicioso, de excelente custo x benefício. Um ótimo vinho para o dia a dia, que fica ainda melhor acompanhando pratos de média intensidade .

 

05vinaBravaMiguel Torres Viña Brava Garnacha Cariñena (Pão de Açúcar, R$ 58,50) Este tinto da Miguel Torres é feito com Garnacha e Cariñena, uvas típicas do mediterrâneo. No Viña Brava, o produtor apresenta estas duas cepas em sua forma mais pura, para mostrar o potencial desta interessante combinação. Aromas intensos, com toque de especiarias e frutas vermelhas, tudo com taninos muito agradáveis no paladar.

 

07realCompaniaReal Compañia de Vinos Garnacha 2015 (Imp. Winebrands, R$ 56,00). Outro 100% Garnacha, desta vez de Castilla y León. Produzido sem passagem por madeira, é fácil de beber e acompanha muito bem os embutidos espanhóis.

Para beber mais:

05paulMasDomaine Paul Mas Grenache Noir 2015 (Imp. Decanter, R$ 83,00). Paul Mas é um dos mais relevantes produtores da região do Languedoc-Roussillon, na França, e seu Grenache Noir é uma grata surpresa em seu vasto portfolio. No nariz, destaca-se pelos aromas de frutas vermelhas maduras e especiarias doces. As mesmas impressões se repetem no paladar, com taninos macios, bem equilibrado e com longo final tostado.

 

 

 

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Peça pela uva: Pinot Noir

Pinot Noir Wine bottle label hand lettering design on watercolorA delicada Pinot Noir

Entre as uvas tintas mais populares, a Cabernet Sauvignon é a mais conhecida quando pensamos em vinhos encorpados, ricos e estruturados. Em sentido oposto, a Pinot Noir é sempre lembrada pela delicadeza, frescor e sutileza de aromas e sabores. Nascida na Borgonha, França, região sublime para a uva e responsável por alguns dos vinhos mais caros e cobiçados do mundo, adaptou-se também em outros países e hoje destaca-se com maestria em diversas regiões pelo globo. Uva considerada “temperamental”, prefere climas mais frios para apresentar todo o seu potencial, por isso conseguiu bons resultados na Nova Zelândia, em regiões como Oregon, na Califórnia, e também nos vales chilenos de Casablanca e San Antonio, assim como nas zonas mais altas do Vale de Uco, em Mendoza.

Como ela é? Em geral, a Pinot dá origem a vinhos delicados, com raras exceções. Se você prefere vinhos mais adstringentes e robustos, aqui não vai encontrar. Em versões mais simples, a Pinot tem um corpo leve e aromas frescos de framboesa, cereja fresca, ou apresenta caráter floral, com paladar de boa acidez e textura aveludada. Em alguns casos, no Chile, a Pinot Noir oferece estrutura e corpo, mas esta não é a regra. Na Argentina, existem poucos grandes expoentes de estilo clássico, elegantes, complexos e de alto preço. Mas recentemente desembarcaram vários rótulos acessíveis que respeitam a cor pálida e a textura sedosa, típica da variedade.

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Fonte: Winefolly.com

Com o que harmonizo? Ideal para acompanhar peixes gordos como o atum, a garoupa e o salmão. Vai bem também com carnes brancas, como o peru ou frango, sobretudo refogados ou assados. Ainda combina perfeitamente com saladas que incluem carne ou com massas e vegetais.

E a taça? Existe uma ideal? Se você tem sérias intenções com a Pinot Noir, é possível que esteja interessado em comprar a taça “certa” para aproveitar ao máximo as características desta uva. Não há regras específicas sobre qual comprar, mas em geral as taças com bojo mais amplo ajudam a perceber os aromas mais delicados da Pinot Noir.00

Curiosidades:

  • Pinot Noir é a 10ª uva mais plantada no mundo.
  • Pinot Noir é uma das uvas mais antigas, com 1.000 anos a mais do que a Cabernet Sauvignon.
  • A Alemanha é o 3º maior produtor de Pinot Noir, atrás somente da França e dos Estados Unidos. Conhecida como Spätburgunder, são muito característicos e disputados por consumidores de todo o mundo.
  • Onde tem Pinot Noir, tem Chardonnay. Há estudos que indicam que a Chardonnay é um cruzamento de Pinot Noir e Gouais Blanc, e por esta razão a Chardonnay e a Pinot Noir são muitas vezes cultivadas no mesmo terroir. (Ex:. Oregon, Bourgogne e Chile).

Boas compras de Pinot Noir:

 

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  • Cono Sur Bicicleta Pinot Noir (Ville du Vin, R$58,00) – Destaca-se pelos aromas de frutas silvestres e cereja combinadas com algo de tostado. No paladar é redondo, com leve doçura, e taninos finos que lhe conferem uma rica estrutura. Equilibrado e com estilo próprio do Novo Mundo, é um vinho puro e simples, um Pinot Noir jovem e refrescante.

 

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  • Aurora Varietal (Pão de Açúcar, R$ 28,25) – Uma das opções mais acessíveis do mercado, destaca-se por ser elaborado pelo processo de maceração carbônica, mais sutil, e que confere aromas bastante frescos e frutados e um paladar delicado. Vinho bastante jovem e muito agradável. Como mencionado por críticos, a Pinot noir é uma uva difícil, classuda e sempre associada a grandes rótulos. Mas pode ser também uma bebida muito leve, fresca e descomplicada, como este exemplar nacional.

 

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  • Emiliana Adobe Pinot Noir (Vino Mundi, R$ 54,90) – Na minha opinião, uma das melhores opções de bom custo x benefício do mercado, nunca decepciona. Destaca-se pelos aromas de frutas vermelhas frescas, como amoras, notas florais e toques de especiarias, como canela. No paladar, o vinho é equilibrado, com taninos sutis e macios e boa acidez. Seu final de boca é longo e persistente.
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  • Root: 1 Pinot Noir (Wine.com, R$ 46,00) – Boa opção encontrada no site da wine.com, é fresco, com corpo entre leve e médio e taninos discretos. No nariz, tem aroma de morango, cereja, framboesa, notas de especiarias e baunilha. Elaborado pela moderna vinícola Ventisquero, esse rótulo, cujo nome faz referência à primeira raiz da videira, que posteriormente se transforma na raiz mãe, é indicado para os mais diversos momentos e harmonizações, devido ao seu estilo jovem e fácil de agradar. 25% do vinho amadurece por 10 meses em barricas de carvalho, o que confere estas notas mais adocicadas no nariz. Vai bem com iscas de filé acebolado, batata recheada com carne seca, arroz carreteiro, atum grelhado com purê de mandioquinha, espaguete à bolonhesa e queijos semiduros.
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  • Turning Leaf Pinot Noir (Wine.com, R$ 46,00) – Outro achado da wine.com, é uma boa opção para conhecer os Pinots simples da California. Destaca-se pelos aromas de frutas vermelhas e nuances de especiarias. É leve e macio em boca, com toque de doçura e agradável frescor. Breve estágio em barricas de carvalho francês e americano. Combina com atum grelhado com legumes salteados, mix de cogumelos na manteiga, quiche royale, ravióli de abóbora com carne seca, galeto assado, pizza marguerita.

 

Vinho 365 | #287 – Salton Paradoxo Gewurztraminer

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Os vinhos da Salton tem me surpreendido bastante. É possível encontrar boas opções entre espumantes, brancos, tintos e rosés, ideais para o dia-a-dia e sem pesar no bolso, principalmente em tempos de crise e câmbio oscilante. Confesso que tem sido um pouco mais difícil este trabalho de garimpo nas prateleiras, mas não desisto da missão!

A linha Salton Paradoxo tem frescor no conceito e descomplicação, palavras chave para a proposta desta linha. Este aqui, elaborado com a uva Gewurztraminer, é fresco, exótico, com aromas de frutas brancas e cítricas, como pera, lichia, pomelo e abacaxi. Paladar leve e refrescante, de agradável permanência no paladar. Sem passagem por madeira, mantém o frescor e características aromáticas e gustativas da variedade. Agradável como aperitivo nesses dias quentes ou para acompanhar patês, especialmente os com ervas aromáticas, frutos do mar, como camarão e caranguejo e massas com vegetais grelhados.

Segundo os enólogos é uma variedade difícil de ser cultivada e de pouco rendimento no vinhedo, por esta razão há poucos rótulos disponíveis no mercado. Quando encontramos um assim, de bom custo benefício e bem elaborado, é para comprar na hora e ter sempre em casa.

Vinho 365 | #237 – Delicato Old Vines Zinfandel

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Opção de vinho Californiano bem interessante, principalmente para conhecer a emblemática uva Zinfandel. Elaborado pela vinícola Delicato, que está na terceira geração da família de Gaspare Indelicato e responsável pelo plantio das primeiras vinhas em 1924. Com uma equipe de ótimos enólogos e estrutura privilegiada, elabora vinhos qualificados e de bom custo benefício. Difícil encontrar brancos e tintos americanos nesta faixa de preço e este não decepciona.

O Delicato Zinfandel é um dos vinhos mais populares dessa vinícola. Elaborado com a Zinfandel, uma das uvas mais cultivada nos Estados Unidos e bastante conhecida pela sua versão italiana Primitivo. Foi levada para os Estados Unidos por imigrantes italianos e seu cultivo se tornou muito popular na Califórnia.

´Destaque para aromas de frutas negras, principalmente amoras, notas de chocolate e pimenta. Na boca é intenso e complexo, boa acidez, com taninos redondos e final persistente. Acompanha bem carnes vermelhas grelhadas e assadas, aves com legumes e vegetais, quiches e queijos de média maturação.

Vinho 365 | #97 – Norton Roble Merlot

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  • Norton Roble Merlot, Argentina (Mambo, R$ 45,65)

A Norton é uma das vinícolas argentinas mais conhecidas por aqui e elabora uma ampla gama de vinhos. Foi fundada em 1895 pelo inglês Edmund J. P. Norton, engenheiro responsável pela construção de ferrovias na Argentina, que se encantou por Mendoza. Uma informação que poucos sabem é que em 1989, Gernot Langes Swarovski, da família austríaca de cristais, comprou a propriedade e investiu em tecnologias e mão de obra local competente para tornar a Bodega Norton em uma das mais importantes vinícolas da Argentina. Atualmente possuem cinco fincas, distribuídas em cinco importantes terroirs da região: Perdriel, La Colonia, Agrelo, Lunlunta e Medrano e os vinhos levam assinatura do experiente enólogo Jorge Riccitelli, nomeado enólogo do ano pela revista “Wine Enthusiast” em 2012.

Delícias do restaurante da vinícola, o La Vid

Selecionei o Roble Merlot  para ilustrar esta linha. Roble significa carvalho, em espanhol, o que significa que os vinhos desta linha passam por estágio em barricas de carvalho francês. São elaborados com uvas provenientes de vinhedos com cerca de 20 anos de idade e em geral se caracterizam pelo frutado, com taninos macios e leve toque de madeira. Este Merlot representa bem a tipicidade desta uva. Aromas doces, paladar macio e acidez na medida, é ideal para aqueles que gostam de vinhos para acompanhar pratos de aves e peixes de carne escura, como o atum.

O vinho do peru

Um dos maiores desafios durante os preparativos da ceia de Natal é escolher os vinhos que harmonizem com o tradicional peru, entre todos os demais  pratos típicos desta data. Para facilitar este momento, confira algumas opções interessantes para acompanhar as principais delícias natalinas:

Para as entradas, como castanhas, nozes e saladas de maionese:

Para os aperitivos, como as castanhas, nozes, amêndoas e a famosa maionese de Natal, prefira os espumantes brut ou brancos leves com boa acidez, que ajudam a amenizar a sensação de gordura no paladar:

1) Gato Negro Sauvignon Blanc, Chile (Imigrantes Bebidas, R$16,99)

2) Freixenet Tournée Brut, Espanha (Imigrantes Bebidas, R$20,99)

3) Orvietto Docg Piccini, Itália (Imp. Vinci, R$30,25)

4) Andeluna Torrontés, Argentina (Imp. World Wine, R$36,00)

5) Mionetto Vivo Rosé, Itália (Imp. World Wine, R$48,00)

Para acompanhar os peixes e crustáceos:

Para este que é um dos pratos mais tradicionais na ceia de final de ano, os vinhos brancos são a companhia ideal, uma vez que os taninos do vinho tinto podem torná-lo metalizado quando combinados com o sabor marcante e o toque iodado dos pescados. Alguns tintos leves, por outro lado, podem acompanhar perfeitamente peixes com sabores mais intensos. Peixes mais gordurosos vão bem com um vinho com maior acidez, como os brancos elaborados com  Sauvignon Blanc:

1) Luis Felipe Edwards Chardonnay, Chile (Pão de Açúcar, R$19,15)

2) Robertson Chenin Blanc, África do Sul (Imp. Vinci, R$25,18)

3) Altas Cumbres Viognier, Argentina (Pão de Açúcar, R$29,00)

4) Urban Sauvignon Blanc, Argentina (Imp. Vinci, R$29,57)

5) Rio Bio Reserva Pinot Noir, Chile (Imp. Expand, R$39,80)

Para acompanhar pratos à base de bacalhau:

O bacalhau faz parte de diversas datas comemorativas, reflexo da herança cultural deixada pelos nossos amigos portugueses. Tradicionalmente assado em postas, desfiado com batatas ou somente preparado com azeite, pede vinhos brancos mais encorpados, tintos com boa acidez ou tintos mais envelhecidos, já com os taninos bem macios:

1) Grandjó Douro Branco, Portugal (Imigrantes Bebidas, R$24,99)

2) Aurora Reserva Chardonnay, Brasil (Imigrantes Bebidas, R$28,99)

3) Terrazas Alto Chardonnay, Chile (Imigrantes Bebidas, R$33,99)

4) Viña Borgia, Espanha (Imp. World Wine, R$35,00)

5) Rio de los Pájaros Pinot Noir, Uruguai (Imp. Mistral, R$39,71)

Para acompanhar Peru e Chester:

Peru e Chester são aves de carne macia e delicada, que pedem tintos de médio corpo ou brancos mais estruturados. Como esta época do ano é marcada pelas altas temperaturas, os vinhos rosés também são uma ótima alternativa para acompanhar estas delícias natalinas:

1) Petirrojo Merlot, Argentina (Imp. World Wine, R$28,00)

2) Crios Rosé Malbec, Argentina (Imigrantes Bebidas, R$29,99)

3) Duetto Casa Valduga Sangiovese/Barbera, Brasil (Imigrantes Bebidas, R$33,99)

4) Catamayor Viognier Reserva, Uruguai (Imp. World Wine, R$42,00)

5) Château Bel Air, França (Imp. Mistral, R$46,47)

Para acompanhar Tender:

O tender, presença obrigatória nas festas de fim de ano, é muito saboroso e caracteriza-se pelo toque defumado. Na maioria das vezes, o molho do tender é doce, combinando melhor com um tinto leve e cheio de fruta:

1) Tilia Merlot, Argentina (Imp. Vinci, R$26,87)

2) Altosur Merlot, Argentina (Imp. Word Wine, R$29,00)

3) Urban Uco Tempranillo, Argentina (Imp. Vinci, R$37,01)

4) La Vieille Ferme Rouge, França (Imp. World Wine, R$45,00)

5) Poggiotondo IGT Toscana Rosso, Itália (Imp. World Wine, R$48,00)

Para acompanhar Pernil e Leitão

Muito saborosas, os cortes suínos geralmente pedem vinhos tintos mais estruturados, rico em taninos e com boa acidez, para contrapor a gordura. A exceção fica com o lombo e as carnes mais claras, que combinam muito bem com diversas opções de brancos:

1) Tarapacá Cosecha Malbec, Argentina (Imigrantes Bebidas, R$17,99)

2) Postales Del Fin Del Mundo Malbec/Shiraz, Argentina (Imigrantes Bebidas, R$28,99)

3) Château Los Boldos Cabernet Tradition, Chile (Imp. World Wine, R$33,00)

4) Armador Carmenère, Chile (Imp. World Wine, R$39,00)

5) Cusumano Syrah, Itália (Imigrantes Bebidas, R$43,99)

Para acompanhar o doce Panettone, o bolo de reis e a rabanada:

O Panettone nasceu na Itália e é indispensável nas festas de fim de ano, em diversos  países do mundo. Trazido ao Brasil por imigrantes Italianos durante a Segunda Guerra Mundial, é tradicionalmente feito com frutas cristalizadas e uvas-passas, mas já é possível encontrar inúmeras variações, igualmente deliciosas. A melhor opção para acompanhar o Panettone (e os demais doces similares) são os vinhos delicados e levemente doces, como o Moscato d´Asti ou vinhos leves de colheita tardia. Já a rabanada, por ser bastante doce, pede vinhos de sobremesa bem ricos, com bastante açúcar residual, como os vinhos do Porto:

1) Espumante Salton Moscatel, Brasil (Imigrantes Bebidas, R$19,99)

2) Tarapacá Late Harvest, Chile (Imigrantes Bebidas, R$29,99)

3) Porto Messias Ruby, Portugal (Imigrantes Bebidas, R$37,99)

4) Valdouro Tawny, Portugal (Imigrantes Bebidas, R$41,99)

5) Batasiolo Moscato D’Asti (Imigrantes Bebidas, R$43,99)